Rodrigo Valentini

Presidente, CEO, instrutor da Nobre Treinamentos Escritor, administrador de empresas, especialista em marketing, liderança e vendas. 25 anos de atuação no ramo de treinamentos e mais de 15.000 alunos treinados.

Traumas: Fugir ou Enfrentar?

Tem coisas que foram para sempre em nossas vidas…

Traumas: Fugir ou Enfrentar?

Todos sabem que no treinamento LORDE temos desenvolvimento emocional. E mexer nos sentimentos e às vezes até nos traumas das pessoas exige muito preparo, pois nestes casos, ou se melhora, ou se piora a situação. Nunca vi ficar “na mesma”.

Certa vez a gerente de RH de uma organização me perguntou se ao mexer no emocional, daríamos suporte pós treinamento, pois estava cheio de terapeutas por aí, mexendo e depois largando. Foi onde expliquei que há situações que não são para um treinamento e sim, para um psicólogo ou psiquiatra. Também expliquei que é melhor a pessoa perceber que precisa e depois ir atrás de um profissional da área, do que ficar maquiando e quando perceber já estar acabado.

Uma das situações mais complexas que passei foi com uma aluna que ao mexer no emocional, pensou que estava retrocedendo. Participou do treinamento todo mas não quis se formar. Disse que já tinha chegado no seu limite e precisava retroceder para não explodir. Eu não pude obrigá-la a ir na formatura, obviamente. Meu pai e mentor sempre me explicava que o aluno que não conclui algo, vai ficar frustrado, ainda que diga que não. Então, a dona da empresa que esta aluna trabalha, também fez o LORDE e na sua formatura convidou-a para a formalidade e jantar.

Eu, como gosto de aproveitar as oportunidades, juntamente com minha esposa, combinamos de levar o certificado dela na formatura de sua patroa. E após certificar a todos, eu a chamei à frente para receber também seu certificado. Pensei que ela travaria ao falar e para minha grata surpresa ela se superou. Minha alegria não cabia em mim: missão cumprida com êxito! Algumas coisas acontecem daqui pra frente. Ela percebeu que pode começar e terminar tudo o que se propõe a fazer, por mais desafiador que seja. Ela entendeu que sozinho não se faz nada, nem se nasce, nem se morre! Entendeu que quem se expõe, cresce e não há crescimento sem pressão.

No final ela me agradeceu e disse que quer estar mais próxima de mim, de minha esposa e da Nobre.

Então, quando a gente tem um medo ou trauma, podemos fugir ou enfrentar. Se teremos pessoas para nos ajudar, é uma incógnita. O que sei é que o corajoso é quem enfrenta seus medos.


Pense nisso e um nobre abraço!!!


Rodrigo R. Valentini

Presidente CEO Nobre Treinamentos

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