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Imprensa ignora milhares de professores protestando contra Lula em Brasília

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 22/05/2024 15h35
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Enquanto a mídia foca em outros temas, milhares de professores de diversas universidades federais, incluindo a UFSC, se reuniram em Brasília para protestar contra o governo Lula.

Enquanto a mídia foca em outros temas, milhares de professores de diversas universidades federais, incluindo a UFSC, se reuniram em Brasília para protestar contra o governo Lula. O movimento, que já dura meses, tem ganhado força e adesão de várias categorias do funcionalismo público, mas segue sendo amplamente ignorado pela grande imprensa.

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Professores da UFSC rejeitam proposta do governo

Em assembleia realizada em 20 de maio de 2024, os professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) decidiram, por unanimidade, rejeitar a proposta do governo apresentada no dia 15 de maio. Entre os principais motivos da rejeição estão a manutenção do reajuste zero para 2024, a falta de consideração para aposentados e uma reestruturação de carreira considerada falsa e insignificante. Além disso, o governo não contemplou a recomposição do orçamento das universidades. Presentes na assembleia estavam 344 professores, que também aprovaram que o PROIFES não assine o acordo em nome dos docentes da UFSC.

Nas redes sociais, professores expressaram sua frustração e indignação com a proposta do governo. Daniel Vasconcelos, um dos professores, criticou duramente a proposta, afirmando que não há reajuste algum e que o aumento prometido é apenas uma ilusão estatística. Outros comentários ecoaram a insatisfação generalizada com o governo Lula, destacando a falta de apoio à educação e o favorecimento de outras categorias, como a polícia.

Governo mantém posição inflexível

O governo federal, através do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, apresentou uma nova proposta no dia 21 de maio, mantendo o reajuste zero para 2024, oferecendo 9% em 2025 e 5% em 2026. Em uma declaração polêmica, o secretário de Relações do Trabalho, José Lopez Feijóo, teria dito durante as negociações que “não tem mais papo”, indicando a inflexibilidade do governo.

Membros do Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Santa Catarina (Sintufsc) participaram ativamente das manifestações em Brasília. A greve, iniciada em março pelos servidores técnicos administrativos em educação (TAEs), continua forte, com adesão de 66 universidades, dois institutos federais e um Centro Federal de Educação Tecnológica. A principal demanda é a recomposição salarial e a reestruturação da carreira, além da saída do superintendente do Hospital Universitário da UFSC.

Nesta quarta-feira, dia 22, professores e técnicos se uniram à Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília, que busca garantir melhores condições de trabalho e vida para os brasileiros. Os manifestantes partiram do Estádio Nacional Mané Garrincha em direção à Esplanada dos Ministérios, levando suas reivindicações ao governo federal, com gritos de “Professor na Rua, Lula a Culpa é Sua”.

A insatisfação com o governo Lula é evidente entre os manifestantes e nas redes sociais. Professores criticam a falta de diálogo e a proposta insuficiente do governo. Muitos destacam que, enquanto o governo investe bilhões no agronegócio e concede aumentos significativos para a polícia, a educação é deixada de lado. As críticas também se voltam contra o Arcabouço Fiscal, que limita os investimentos públicos em áreas essenciais como educação e saúde.

Artigo do site Esquerda Diário criticou o Governo Federal e citou fim da ‘Lua de Mel’ 

Já há 2 meses após o início da greve das federais e já há um mês em greve, os docentes da UFRN, em sua primeira assembleia após a última mesa de negociação, rejeitaram a proposta do governo Lula-Alckmin de reajuste 0% para 2024, 9% para 2025 e 3,5% 2026. Essa proposta absurda do governo é demonstração direta das consequências do Arcabouço Fiscal de Lula-Alckmin e Haddad, um teto de gastos que limita os investimentos públicos em educação, saúde e outras áreas estruturais, também aprofundando a terceirização, para garantir verbas para o pagamento da fraudulenta dívida pública, enchendo os bolsos dos banqueiros.

No decorrer de diversas intervenções, professores criticaram a intransigência que o governo mantém com os trabalhadores da educação ao mesmo tempo em que libera o maior Plano Safra da história, com 300 bilhões para o agronegócio, concede reajuste para as polícias e fortalece setores-base do bolsonarismo.

A greve, é um dos fatores à esquerda no fim da lua de mel com a Frente Ampla, em meio também a fatores à direita como a catástrofe climática no Rio Grande do Sul por responsabilidade de Melo e Leite. O governo Lula-Alckmin tenta a todo custo enfraquecer as greves dividindo os setores em luta, por exemplo tendo chamado apenas os professores para negociação na semana passada. Também a CUT, central sindical governista, chamou um ato do funcionalismo público separado do ato nacional dos técnicos, quando na verdade todos os estudantes, professores e demais trabalhadores deveriam estar junto dos técnicos que são vanguarda de luta nacional. Na contramão da disposição de luta expressa pelos professores e técnicos, a diretoria da ADURN, composta pelo PT e PCdoB, os mesmos partidos que hoje são o governo, atua como pode contra a greve, tendo inclusive se oposto à deflagração de greve bem como, agora, sendo quem, junto ao PROIFES, uma federação governista de sindicatos docentes à qual a ADURN é filiada, diretamente está mais à frente de defender o fim da greve e que se aceite o reajuste 0% sob a justificativa de que a greve “já conquistou o que poderia”. À defesa da proposta do governo pelo presidente do PROIFES na assembleia, professores responderam com vaias.

Como diversos professores colocaram na assembleia, apenas a própria força da greve define o que se conquista e quando a greve se encerra. A greve das federais, com os técnicos na vanguarda, vem demonstrando força, inclusive tendo arrancado do governo uma recomposição orçamentária de 327 milhões, mas que não cobre os cortes de Lula-Alckmin. É necessário massificar e unificar as greves, coordenando a luta nacionalmente contra o Arcabouço Fiscal para conseguir arrancar as demandas dos técnico-administrativos, professores e estudantes. Para isso, defendemos um comando de greve nacional dos três setores com delegados eleitos e revogáveis em assembleias de base para coordenar e dirigir a greve unificando nossa luta pela revogação do Arcabouço Fiscal e apoio ao Rio Grande do Sul.

SINTUFCe também publicou: “A mesa do dia 21/05 pareceu uma repetição da mesa do dia 19/04. Se comédia ou tragédia, essa repetição de mesa foi grotesca. E ainda mais porque expôs posturas que merecem todo o nosso repúdio. Patrão é patrão. Trabalhador é trabalhador. E para nós, TAEs, o governo é patrão. Não podemos de forma alguma confundir as coisas.

A proposta colocada na mesa, merece apenas a lata do lixo. O governo levou mais de trinta dias para nos apresentar sofríveis migalhas. E o que faz uma diretora da FASUBRA, que se identificou como “representante do Campo Cutista”? Afirma que “houve avanços” e que é preciso “compreender o governo”.

Engraçado que, nesta greve, estamos ouvindo muitos camaradas falando de suas experiências, de seus enfrentamentos com o governo. Respeitamos a história de cada camarada pois, diferente do que se possa pensar, cada experiência individual construiu coletivamente a história do SINTUFCE. E é por essa história, pelo respeito a ela, que devemos repudiar de forma contundente a postura da coordenadora, Cristina Del Papa.

 Não foi um jovem inexperiente que se portou de forma totalmente equivocada, para dizer o mínimo. Quem o fez foi um experiente dirigente!

Que se traga a discussão para a base, defenda-se o que quiser na base. Mas nas mesas de negociação, representando a categoria, defende-se o que estas mesmas bases aprovaram.

Porque nossos sindicatos são construídos pelas bases, sempre. Neste momento vamos reafirmar a proposta da FASUBRA, sim! E exigimos respeito à democracia sindical, que aponta que devemos, todas e todos, unidos, defender o que os fóruns da categoria decidirem! A GREVE CONTINUA!”


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