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Polícia

Caixeiro é preso ostentando vida de luxo em SC

A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, neste domingo (19), um dos caixeiros considerados pioneiros neste tipo de crime em Joinville, tido ainda como um dos ladrões de banco mais procurados do Estado e um dos principais em todo o país.

Salézio de Souza, mais conhecido como Galego, estava foragido do presídio de Novo Hamburgo (RS) desde 2020. Ele foi preso pela DIC (Divisão de Investigação Criminal) em Barra Velha, onde, segundo a polícia, morava a 100 metros da praia e vivia uma vida de luxo.

Galego viveu a maior parte da vida em Joinville e é autor de diversos arrombamentos a banco no país, além de ter dois mandados de prisão em aberto expedidos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ele também é investigado pela DIC de Joinville pelo crime de lavagem de dinheiro.

Segundo o delegado Murilo Batalha, Galego é suspeito de causar um prejuízo de, pelo menos, R$ 3 milhões em apenas uma instituição bancária nos últimos quatro anos. Foi justamente essa instituição que reuniu imagens sobre a participação dele nos crimes e motivou a atual investigação.

"A gente pensou que ele deveria estar gastando esse dinheiro em algum lugar e, então, tentamos rastrear onde foi parar o dinheiro", explica o delegado. De acordo com outros envolvidos na prática, Galego seria o líder dos crimes.

Antes da vida de luxo, prisão e viagem de avião 

Galego foi preso em Barra Velha, de onde, segundo a polícia, ostentava uma vida de luxo nas redes sociais, com direito a passeios de lancha e de jet-ski.

Em outros momentos, porém, os passeios foram diferentes: com registro de autoria desse tipo de crime desde 2004, em 2009, ele foi encaminhado de Santa Catarina para Minas Gerais em uma aeronave durante uma operação especial da polícia mineira para prendê-lo, à época suspeito de praticar mais de dez furtos no Estado.

Na operação da DIC deste domingo, que contou com a participação de 12 agentes, a polícia ainda apreendeu diversas ferramentas usadas nos crimes, além de dois veículos. Galego passou por interrogatório na DIC e foi encaminhado ao presídio.

A advogada de Galego, Heridan Nobile, informou que a defesa ainda não teve acesso aos documentos relacionados à ação e que não vai se manifestar por enquanto.


Com informações do ND Mais








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