URGENTE: Combustível sofre mais um grande aumento em todo o Brasil

Com sinal verde do Conselho de Administração e a reclamação prévia do presidente Jair Bolsonaro, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 17, reajuste nos preços do diesel e da gasolina

URGENTE: Combustível sofre mais um grande aumento em todo o Brasil Reprodução / Veja

Com sinal verde do Conselho de Administração e a reclamação prévia do presidente Jair Bolsonaro, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 17, reajuste nos preços do diesel e da gasolina

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Com sinal verde do Conselho de Administração e a reclamação prévia do presidente Jair Bolsonaro, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 17, reajuste nos preços do diesel e da gasolina. 

Segundo a estatal, a partir de sábado, a gasolina passa de 3,86 reais para 4,06 reais nas refinarias. Já o diesel sobe de 4,42 reais para 5,05 reais.

No caso da gasolina, o reajuste foi feito 99 dias depois do último (em março) e sobem o preço nas refinarias em 5,2%. Já o diesel tem novo reajuste depois de 39 dias, subindo em 14,25%.

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A companhia utiliza uma política de paridade de preços internacionais, que leva em conta o preço do barril do petróleo e o câmbio para precificar a gasolina e o diesel nas refinarias. E, apesar dos três reajustes feitos no diesel no ano e os dois na gasolina, os combustíveis aqui ainda estão defasados. Segundo o levantamento da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), em 13 de junho, a gasolina está defasada em 14% e o diesel em 18% — percentual acima dos índices anunciados nessa sexta.

A chamada política Preço de Paridade de Importação (PPI) foi adotada em 2016, quando Pedro Parente assumiu a presidência da companhia, com o intuito de recuperar a petrolífera dos prejuízos amealhados a partir do uso da estratégia de preços da empresa para controlar a inflação, durante o governo de Dilma Rousseff.

Na expectativa do anúncio do aumento, Bolsonaro usou suas redes sociais para voltar a criticar a petroleira. “O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis”, afirmou. Bolsonaro afirma que a estatal “pode mergulhar o Brasil num caos” e usou como argumento a greve dos caminhoneiros em 2018, que parou os transportes do país por dez dias entre maio e junho daquele ano.

No comunicado divulgado a empresa com os novos preços nas refinarias, a Petrobras afirma que “é sensível ao momento em que o Brasil e o mundo estão enfrentando e compreende os reflexos que os preços dos combustíveis têm na vida dos cidadãos”. A empresa afirmou que, por isso, tem buscado o equilíbrio com o mercado global e sem fazer o repasse imediato para os preços do mercado interno.

“Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias. Esta prática não é comum a outros fornecedores que atuam no mercado brasileiro que ajustam seus preços com maior frequência, tampouco as maiores empresas internacionais que ajustam seus preços até diariamente”.

Com sinal verde do Conselho de Administração e a reclamação prévia do presidente Jair Bolsonaro, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 17, reajuste nos preços do diesel e da gasolina. 

Segundo a estatal, a partir de sábado, a gasolina passa de 3,86 reais para 4,06 reais nas refinarias. Já o diesel sobe de 4,42 reais para 5,05 reais.

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No caso da gasolina, o reajuste foi feito 99 dias depois do último (em março) e sobem o preço nas refinarias em 5,2%. Já o diesel tem novo reajuste depois de 39 dias, subindo em 14,25%.

A companhia utiliza uma política de paridade de preços internacionais, que leva em conta o preço do barril do petróleo e o câmbio para precificar a gasolina e o diesel nas refinarias. E, apesar dos três reajustes feitos no diesel no ano e os dois na gasolina, os combustíveis aqui ainda estão defasados. Segundo o levantamento da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), em 13 de junho, a gasolina está defasada em 14% e o diesel em 18% — percentual acima dos índices anunciados nessa sexta.

A chamada política Preço de Paridade de Importação (PPI) foi adotada em 2016, quando Pedro Parente assumiu a presidência da companhia, com o intuito de recuperar a petrolífera dos prejuízos amealhados a partir do uso da estratégia de preços da empresa para controlar a inflação, durante o governo de Dilma Rousseff.

Na expectativa do anúncio do aumento, Bolsonaro usou suas redes sociais para voltar a criticar a petroleira. “O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis”, afirmou. Bolsonaro afirma que a estatal “pode mergulhar o Brasil num caos” e usou como argumento a greve dos caminhoneiros em 2018, que parou os transportes do país por dez dias entre maio e junho daquele ano.

No comunicado divulgado a empresa com os novos preços nas refinarias, a Petrobras afirma que “é sensível ao momento em que o Brasil e o mundo estão enfrentando e compreende os reflexos que os preços dos combustíveis têm na vida dos cidadãos”. A empresa afirmou que, por isso, tem buscado o equilíbrio com o mercado global e sem fazer o repasse imediato para os preços do mercado interno.

“Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias. Esta prática não é comum a outros fornecedores que atuam no mercado brasileiro que ajustam seus preços com maior frequência, tampouco as maiores empresas internacionais que ajustam seus preços até diariamente”.

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