'Apenas para disseminar ódio': Deputada Paulinha alega fake news

"Não podemos mais tolerar mentiras patrocinadas por questões políticas", afirmou a pré-candidata a deputada estadual.

'Apenas para disseminar ódio': Deputada Paulinha alega fake news Divulgação

"Não podemos mais tolerar mentiras patrocinadas por questões políticas", afirmou a pré-candidata a deputada estadual.

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Em Caçador, em roteiro ao Meio-Oeste catarinense, a deputada e pré-candidata Paulinha ( Podemos) fez questão de se encontrar com a diretora do Hospital Maicé, irmã Elizabeth Lima, para esclarecer todos os fatos em relação a morte do bebê de três meses, vítima de violência doméstica, que consternou Santa Catarina.

Em um vídeo de 1,5 minutos postados em suas redes sociais, a deputada revelou que está chocada com a morte desse bebezinho de apenas três meses de vida.

“ Esse caso acabou conosco nesses dias. O meu coração de mãe, como de todas as mães de SC, está dilacerado”, disse a parlamentar, afirmando que depois de todas as notícias veiculadas a respeito desse caso, fez questão de estar pessoalmente em Caçador e se encontrar com representantes do Hospital Maicé.

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Ela conversou com a irmã Elizabeth que afirmou convictamente que não houve pedido de avião para o deslocamento do bebê de Caçador até Florianópolis. “ Não houve pedido de avião”, disse a irmã.

“Simplesmente a verdade! Estão sendo disseminadas mentiras e fake news apenas para propagar o ódio em Santa Catarina”, disse a deputada Paulinha. “ Jamais houve pedido aéreo para transportar essa criança”.

Novamente, o coordenador médico do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU), Bruno Barros, reforçou que além de não ter chegado nenhuma solicitação para transporte aéreo do bebê, a gravidade do caso não permitiria esta opção.

"As aeronaves são preparadas para o transporte de pacientes em situação grave, mas com quadros estáveis. Elas não possuem configuração para atendimentos emergenciais como era a situação do bebê", frisa Barros.

O Governador Carlos Moisés foi além ao dizer que existiam duas aeronaves em solo preparadas para realizar essa transferência, se caso existisse o pedido de locomoção.

“ Prestem atenção no que está acontecendo em Santa Catarina. Temos muito o que avançar na saúde, mas não podemos mais tolerar mentiras patrocinadas por questões políticas”, disse a deputada.

Em Caçador, em roteiro ao Meio-Oeste catarinense, a deputada e pré-candidata Paulinha ( Podemos) fez questão de se encontrar com a diretora do Hospital Maicé, irmã Elizabeth Lima, para esclarecer todos os fatos em relação a morte do bebê de três meses, vítima de violência doméstica, que consternou Santa Catarina.

Em um vídeo de 1,5 minutos postados em suas redes sociais, a deputada revelou que está chocada com a morte desse bebezinho de apenas três meses de vida.

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“ Esse caso acabou conosco nesses dias. O meu coração de mãe, como de todas as mães de SC, está dilacerado”, disse a parlamentar, afirmando que depois de todas as notícias veiculadas a respeito desse caso, fez questão de estar pessoalmente em Caçador e se encontrar com representantes do Hospital Maicé.

Ela conversou com a irmã Elizabeth que afirmou convictamente que não houve pedido de avião para o deslocamento do bebê de Caçador até Florianópolis. “ Não houve pedido de avião”, disse a irmã.

“Simplesmente a verdade! Estão sendo disseminadas mentiras e fake news apenas para propagar o ódio em Santa Catarina”, disse a deputada Paulinha. “ Jamais houve pedido aéreo para transportar essa criança”.

Novamente, o coordenador médico do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU), Bruno Barros, reforçou que além de não ter chegado nenhuma solicitação para transporte aéreo do bebê, a gravidade do caso não permitiria esta opção.

"As aeronaves são preparadas para o transporte de pacientes em situação grave, mas com quadros estáveis. Elas não possuem configuração para atendimentos emergenciais como era a situação do bebê", frisa Barros.

O Governador Carlos Moisés foi além ao dizer que existiam duas aeronaves em solo preparadas para realizar essa transferência, se caso existisse o pedido de locomoção.

“ Prestem atenção no que está acontecendo em Santa Catarina. Temos muito o que avançar na saúde, mas não podemos mais tolerar mentiras patrocinadas por questões políticas”, disse a deputada.

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