Bebê morre esperando leito de UTI em Santa Catarina

Uma bebê de dois meses e meio morreu na madrugada de sábado (11) após sofrer quatro paradas respiratórias na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, por não haver leitos de UTIs disponíveis

Bebê morre esperando leito de UTI em Santa Catarina Reprodução / Jornal Razão

Uma bebê de dois meses e meio morreu na madrugada de sábado (11) após sofrer quatro paradas respiratórias na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, por não haver leitos de UTIs disponíveis

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Uma bebê de dois meses e meio morreu na madrugada de sábado (11) após sofrer quatro paradas respiratórias na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, por não haver leitos de UTIs disponíveis. As informações são do NSC Total. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) investiga o caso.

O Governador de Santa Catarina, Carlos Moises, é alvo de constantes críticas na área da saúde. Durante a pandemia, teve seu nome envolvido no caso dos respiradores e, mesmo tendo sido inocentado, a memória permanece vívida na população. 

A criança estava internada na enfermaria da unidade de saúde desde o início do mês com bronquiolite. Na noite de sábado, a menina passou mal e precisaria ser encaminhada à UTI. Como não tinha vaga, foi levada para a emergência, onde tem médico 24 horas. Foi ali que a pequena teve as quatro paradas cardiorrespiratórias.

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A equipe do hospital fez o possível para salvar a vida da bebê. Nesta segunda-feira (13), a ocupação de leitos de UTIs pediátricos no Estado está em 98%, com 10 crianças na lista de espera. Em Florianópolis, a lotação é de 100%.

Em nota, a SES informou que está averiguando o caso junto a unidade, desde a situação clínica da criança até a entrada no hospital. Além disso, a pasta deve se manifestar apenas ao final da apuração dos fatos.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou que ainda não recebeu informações sobre o caso. No entanto, o órgão alega que está acompanhando a execução de um plano de enfrentamento da situação da falta de leitos e que está em "contínuo contato para encontrar meios para que haja agilidade quando ao atendimento e na colocação das crianças em leitos de UTI quando necessário".

"A Secretaria de Estado da Saúde está averiguando o caso junto com o Hospital Infantil Joana de Gusmão, desde a situação clínica da criança na entrada da unidade.

Assim que os fatos forem devidamente apurados, a SES se manifestará".

Uma bebê de dois meses e meio morreu na madrugada de sábado (11) após sofrer quatro paradas respiratórias na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, por não haver leitos de UTIs disponíveis. As informações são do NSC Total. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) investiga o caso.

O Governador de Santa Catarina, Carlos Moises, é alvo de constantes críticas na área da saúde. Durante a pandemia, teve seu nome envolvido no caso dos respiradores e, mesmo tendo sido inocentado, a memória permanece vívida na população. 

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A criança estava internada na enfermaria da unidade de saúde desde o início do mês com bronquiolite. Na noite de sábado, a menina passou mal e precisaria ser encaminhada à UTI. Como não tinha vaga, foi levada para a emergência, onde tem médico 24 horas. Foi ali que a pequena teve as quatro paradas cardiorrespiratórias.

A equipe do hospital fez o possível para salvar a vida da bebê. Nesta segunda-feira (13), a ocupação de leitos de UTIs pediátricos no Estado está em 98%, com 10 crianças na lista de espera. Em Florianópolis, a lotação é de 100%.

Em nota, a SES informou que está averiguando o caso junto a unidade, desde a situação clínica da criança até a entrada no hospital. Além disso, a pasta deve se manifestar apenas ao final da apuração dos fatos.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou que ainda não recebeu informações sobre o caso. No entanto, o órgão alega que está acompanhando a execução de um plano de enfrentamento da situação da falta de leitos e que está em "contínuo contato para encontrar meios para que haja agilidade quando ao atendimento e na colocação das crianças em leitos de UTI quando necessário".

"A Secretaria de Estado da Saúde está averiguando o caso junto com o Hospital Infantil Joana de Gusmão, desde a situação clínica da criança na entrada da unidade.

Assim que os fatos forem devidamente apurados, a SES se manifestará".

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