Tijucas: passado, presente e futuro

O Jornal Razão resgata o néctar de suas milhares de páginas impressas nos 27 anos de história do maior veículo de comunicação do Vale do Rio Tijucas e Costa Esmeralda para contar, num breve resumo, a história de Tijucas

Tijucas: passado, presente e futuro Acervo / Jornal Razão

O Jornal Razão resgata o néctar de suas milhares de páginas impressas nos 27 anos de história do maior veículo de comunicação do Vale do Rio Tijucas e Costa Esmeralda para contar, num breve resumo, a história de Tijucas

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Imagine que estejamos em 1748. E que, neste contexto, você é escolhido, junto com menos de 1.000 pessoas, para desbravar o outro lado do oceano. O objetivo é colonizar uma terra longínqua onde, obviamente, não há nada pronto a lhe esperar. Essa terra é cobiçada e está atraindo olhares das mais poderosas nações do mundo.

Para que esta pérola não seja perdida e outra nação venha a lhe dominar, você é enviado. Lá, tudo precisa ser feito. Construído. Desenvolvido.

Existem poucas pessoas na vastidão de terras e a maior preocupação é a subsistência. Nessa época já existia o comércio, que prosperava com fortes rotas comerciais entre a Europa e o “Novo Mundo”, mas os recursos primários, como, obviamente, a alimentação, dependiam majoritariamente de seus esforços.

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Conversa Franca

Prefeito de Tijucas participa do Conversa Franca

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Essa era a realidade dos primeiros colonizadores enviados para a região onde nasceria Tijucas, até então, apenas um “bairro” de Porto Belo. Na verdade, menos que um bairro: era uma freguesia. O saudoso poeta Manoel dos Anjos já dizia: “foi no bairro da Praça que Tijucas nasceu” ... Quem nunca ouviu o samba-enredo de Tijucas? Mas, quem de fato compreende o que dizem os versos?

Pensando nisso, o Jornal Razão resgata o néctar de suas milhares de páginas impressas nos 27 anos de história do maior veículo de comunicação do Vale do Rio Tijucas e Costa Esmeralda. Com base nas pesquisas desenvolvidas ao longo destas quase três décadas, Leopoldo Barentin (in memorian) e Araci Barentin ajudaram a resgatar e manter viva as origens da Capital do Vale.


Este projeto foi desenvolvido por Lorran Barentin, Araci Barentin, Clara Luiza Barentin, Camila Diel Gomes e Cleideomar Poruczensyki com o apoio das principais empresas de Tijucas.

Capítulo 01: a origem do nome Tijucas

Capítulo 02: Até sua emancipação, Tijucas era apenas um bairro de Porto Belo

Capítulo 03: Tijucas tinha 120 veleiros em sua orgulhosa Marinha Mercante

Capítulo 04: Foi no bairro da Praça que Tijucas nasceu

Capítulo 05: Novos ares: como Tijucas sobreviveu ao fim da Marinha Mercante?

Capítulo 06: Tijucas pode chegar a 100 mil habitantes até 2030


Imagine que estejamos em 1748. E que, neste contexto, você é escolhido, junto com menos de 1.000 pessoas, para desbravar o outro lado do oceano. O objetivo é colonizar uma terra longínqua onde, obviamente, não há nada pronto a lhe esperar. Essa terra é cobiçada e está atraindo olhares das mais poderosas nações do mundo.

Para que esta pérola não seja perdida e outra nação venha a lhe dominar, você é enviado. Lá, tudo precisa ser feito. Construído. Desenvolvido.

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Em pauta, saúde de Tijucas, destino do Hospital São José, obras na cidade e os bastidores da Administração Municipal. Assista!

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Existem poucas pessoas na vastidão de terras e a maior preocupação é a subsistência. Nessa época já existia o comércio, que prosperava com fortes rotas comerciais entre a Europa e o “Novo Mundo”, mas os recursos primários, como, obviamente, a alimentação, dependiam majoritariamente de seus esforços.

Essa era a realidade dos primeiros colonizadores enviados para a região onde nasceria Tijucas, até então, apenas um “bairro” de Porto Belo. Na verdade, menos que um bairro: era uma freguesia. O saudoso poeta Manoel dos Anjos já dizia: “foi no bairro da Praça que Tijucas nasceu” ... Quem nunca ouviu o samba-enredo de Tijucas? Mas, quem de fato compreende o que dizem os versos?

Pensando nisso, o Jornal Razão resgata o néctar de suas milhares de páginas impressas nos 27 anos de história do maior veículo de comunicação do Vale do Rio Tijucas e Costa Esmeralda. Com base nas pesquisas desenvolvidas ao longo destas quase três décadas, Leopoldo Barentin (in memorian) e Araci Barentin ajudaram a resgatar e manter viva as origens da Capital do Vale.


Este projeto foi desenvolvido por Lorran Barentin, Araci Barentin, Clara Luiza Barentin, Camila Diel Gomes e Cleideomar Poruczensyki com o apoio das principais empresas de Tijucas.

Capítulo 01: a origem do nome Tijucas

Capítulo 02: Até sua emancipação, Tijucas era apenas um bairro de Porto Belo

Capítulo 03: Tijucas tinha 120 veleiros em sua orgulhosa Marinha Mercante

Capítulo 04: Foi no bairro da Praça que Tijucas nasceu

Capítulo 05: Novos ares: como Tijucas sobreviveu ao fim da Marinha Mercante?

Capítulo 06: Tijucas pode chegar a 100 mil habitantes até 2030


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