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em Política

Em Santa Catarina, político corrupto vai pra cadeia; no Maranhão, o Gaeco pede exoneração

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 12/01/2026 13h52
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Em Santa Catarina, quando um prefeito é preso, a Polícia Civil segue investigando, o Ministério Público sustenta a acusação e o Judiciário decide. No Maranhão, diante de um dos maiores escândalos recentes, o Gaeco foi forçado a jogar a toalha.

Enquanto Santa Catarina volta e meia vira alvo de piadas nas redes sociais por causa da quantidade de prefeitos presos, um detalhe costuma ser ignorado por quem debocha de fora. Aqui, político investigado vai para a cadeia. As operações avançam, as prisões acontecem e o sistema segue funcionando, ainda que exposto, ferido e constrangido.

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Não é bonito. Não é confortável. Mas é sinal de que as instituições funcionam.

Nos últimos anos, Santa Catarina acumulou um número expressivo de prefeitos presos por suspeitas graves de corrupção. Mensageiro, Maestro, Travessia, Fundraising, Coleta Seletiva. Os nomes mudam, o padrão se repete. Investigações aprofundadas, provas reunidas, mandados cumpridos. Prefeitos no exercício do cargo foram afastados, algemados e levados para a prisão por ordem judicial.

Isso virou munição para ironias. Influenciadores de outros estados usam os casos para atacar Santa Catarina como se corrupção tivesse CEP. Como se aqui fosse exceção, e não regra combatida.

O contraste com o que aconteceu no Maranhão, no caso de Turilândia, escancara a diferença de postura institucional.

Lá, uma investigação aponta desvio de cerca de R$ 56 milhões dos cofres públicos. Prefeito, vice, vereadores e empresários foram presos na Operação Tântalo II. As prisões foram decretadas pelo Judiciário com base em provas que, segundo os promotores, eram consistentes e necessárias para proteger a investigação e evitar interferência política.

Dias depois, a Procuradoria Geral de Justiça do estado se manifestou favoravelmente à soltura dos investigados.

A reação veio de dentro.

Os próprios promotores do Gaeco, responsáveis pela apuração, pediram exoneração coletiva das funções. Dez integrantes do grupo formalizaram o pedido, afirmando que a posição da chefia contrariou frontalmente a análise técnica construída ao longo da investigação. Segundo eles, a decisão fragiliza o combate ao crime organizado e compromete a credibilidade do Ministério Público.

Em Santa Catarina, quando um prefeito é preso, a Polícia Civil segue investigando, o Ministério Público sustenta a acusação e o Judiciário decide. O sistema não entra em colapso por cumprir a lei.

No Maranhão, diante de um dos maiores escândalos recentes, o Gaeco foi constrangido a desistir e praticamente jogou a toalha.

Esse é o ponto que precisa ser dito com clareza. Não se trata de celebrar prisões, nem de fingir que Santa Catarina é um paraíso ético. O volume de casos, inclusive, revela um problema grave de corrupção municipal.

Mas há uma diferença fundamental entre expor a sujeira e varrer tudo para debaixo do tapete.

Aqui, a sujeira aparece porque alguém está limpando.

Lá, quem limpava resolveu sair da sala.

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