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em Política

Família de Moraes comprou R$ 23,4 milhões em imóveis à vista em cinco anos e triplicou patrimônio

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 06/04/2026 11h18
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Levantamento do Estadão com base em registros de cartório aponta que o ministro do STF Alexandre de Moraes e a advogada Viviane Barci de Moraes possuem 17 imóveis avaliados em R$ 31,5 milhões, patrimônio três vezes maior do que o registrado em 2017.

A família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes triplicou o patrimônio imobiliário nos últimos cinco anos, conforme levantamento publicado neste domingo (6) pelo jornal O Estado de São Paulo. A apuração foi feita com base em contratos registrados em cartórios de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

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Conforme o Estadão, o ministro e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, possuem atualmente 17 imóveis avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões. Em 2017, quando Moraes foi indicado ao STF pelo então presidente Michel Temer, o patrimônio imobiliário do casal era de R$ 8,6 milhões distribuídos em 12 propriedades, o que representa um crescimento de 266%.

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R$ 23,4 milhões em compras à vista

A maior parte da expansão ocorreu entre 2021 e 2025. Nesse período, foram investidos R$ 23,4 milhões na aquisição de imóveis em Brasília e em São Paulo, todos com pagamentos realizados à vista, segundo os documentos analisados pelo jornal.

Entre os imóveis adquiridos estão uma mansão de 725 metros quadrados no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, comprada por R$ 12 milhões à vista, além de um apartamento em Campos do Jordão (SP) e dois apartamentos no Jardim América, área nobre da capital paulista.

Lex Instituto e o patrimônio familiar

Boa parte das compras foi realizada por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa criada em 2000 e utilizada para administração dos bens da família. A sociedade é formada por Viviane e os filhos do casal, Alexandre e Giuliana. Moraes não aparece formalmente como sócio, embora o regime de comunhão parcial de bens inclua o patrimônio no conjunto familiar.

Atualmente, o salário bruto do ministro no STF é de R$ 46 mil. Em 2017, antes da nomeação, recebia R$ 33 mil.

Contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master

O crescimento patrimonial da família ganhou destaque após o jornal O Globo revelar, no fim de 2025, que Viviane assinou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, investigado por suspeitas de fraudes bilionárias. O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões ao escritório Barci de Moraes Advogados ao longo de 36 meses.

Conforme apuração do Estadão com 13 escritórios de advocacia do país, o valor cobrado por Viviane seria até 645 vezes superior ao que outros profissionais receberam para realizar trabalho semelhante no mesmo banco. Um dos principais especialistas em compliance ouvidos pelo jornal estimou que os serviços descritos custariam, no máximo, R$ 10 milhões.

Patrimônio de Viviane saltou 232% em um ano

O patrimônio declarado da advogada também chamou atenção. Segundo a coluna de Lauro Jardim, do O Globo, os bens de Viviane cresceram 232% entre 2023 e 2024, passando de R$ 24 milhões para R$ 79,7 milhões, impulsionados por uma distribuição de lucros de R$ 57 milhões do escritório em um único ano.

Moraes e o Banco Central

A atuação do ministro no caso Banco Master foi colocada sob questionamento após reportagens indicarem que Moraes teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao menos quatro vezes para tratar de interesses ligados à instituição. O ministro negou qualquer pressão e afirmou que as reuniões trataram das consequências da aplicação da Lei Magnitsky contra ele e sua família pelo governo dos Estados Unidos. As sanções foram revogadas em dezembro de 2025.

Até a publicação desta reportagem, nem o gabinete de Moraes no STF nem a advogada Viviane Barci de Moraes haviam se manifestado sobre o levantamento patrimonial.

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