Pular para o conteúdo

MENU

  • Publicações Legais
  • Segurança
  • Geral
  • Política
  • Meio Ambiente
  • Economia
SAÚDE
ESPORTE
ENTRETENIMENTO
EMPREENDEDORISMO
GERAL
DESTAQUES
OBITUÁRIO
TECNOLOGIA
ESPECIAIS
EDITAIS
FAMOSOS
CULTURA
  • Últimas Notícias
  • Segurança
  • Política
  • Meio Ambiente
  • Saúde
  • Economia
  • Esporte
  • Educação
  • Entretenimento
  • Justiça
  • Últimas Notícias
  • Segurança
  • Política
  • Meio Ambiente
  • Saúde
  • Economia
  • Esporte
  • Educação
  • Entretenimento
  • Justiça
em Política

Prefeitura de Florianópolis decide descontar salário de servidores com acúmulo de faltas injustificadas por greve

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 27/04/2026 14h20 | Atualizado há 19 dias
Compartilhar:
Conforme a Prefeitura de Florianópolis, o desconto vai considerar as faltas injustificadas desde a última quinta-feira, 23, até esta terça-feira, 28. O prefeito Topázio Neto afirmou que a paralisação tem clara motivação política.

A Prefeitura de Florianópolis decidiu, na manhã desta segunda-feira, 27 de abril, descontar o salário dos servidores municipais com faltas injustificadas por motivo de greve. Conforme o município, serão consideradas as ausências desde o início da paralisação, na última quinta-feira, 23, até esta terça-feira, 28.

Clique e receba notícias do Jornal Razão em seu WhatsApp: Entrar no grupo

Segundo a administração municipal, a decisão foi tomada após cinco rodadas de negociação com a categoria, nas quais o município afirma ter demonstrado abertura para o diálogo. A Prefeitura sustenta que a paralisação ocorreu de forma injustificada e que não há cenário que sustente a continuidade do movimento, que afeta serviços essenciais à população, mesmo com baixa adesão.

A posição do prefeito

O prefeito Topázio Neto afirmou que o desconto é um compromisso com os servidores que mantiveram as atividades. De acordo com a Prefeitura, mais de 70% dos professores e 80% dos profissionais de saúde seguem trabalhando.

Queremos retomar imediatamente as negociações, desde que os profissionais voltem às suas atividades regulares. Esse desconto é nosso compromisso com todos aqueles que seguem trabalhando, os mais de 70% dos professores e 80% dos profissionais de saúde que estão garantindo a continuidade dos serviços à população.

Em outra declaração, o prefeito classificou a paralisação como movimento de “clara motivação política” e cobrou comprometimento do Sindicato.

Para que possamos avançar, precisamos que ambos os lados estejam comprometidos, o que não demonstra o Sindicato em mais uma paralisação com clara motivação política. Já cumprimos uma série de pedidos e nos mantemos dispostos a dialogar, mas o munícipe não pode ser prejudicado por um movimento quando ele se pautar sem considerar a razoabilidade inerente à gestão pública.

O que diz a Prefeitura sobre os salários

Conforme a administração municipal, Florianópolis já cumpre integralmente a legislação federal sobre o piso da enfermagem. Os enfermeiros do município recebem cerca de R$ 10 mil, valor mais que o dobro do piso nacional da categoria, fixado em R$ 4.750.

Já os técnicos de enfermagem da Prefeitura recebem, no mínimo, R$ 4,3 mil, enquanto o piso nacional é de pouco mais de R$ 3,2 mil. Segundo o município, a administração segue avaliando melhorias no piso dos técnicos, mas entende que se trata de uma pauta com viabilidade técnica e orçamentária a ser discutida, e que essa discussão não deve ser motivo para interrupção das atividades.

As reivindicações da categoria

Do outro lado da mesa, o Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis) reivindica o cumprimento da lei federal que reconhece as auxiliares de sala no magistério, a recomposição salarial dos técnicos de enfermagem, a definição do piso dos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate a endemias (ACE), além da revogação de portarias na área da Educação e da redução das terceirizações.

Segundo o sindicato, a proposta apresentada pelo Executivo municipal não contempla pontos centrais das reivindicações, e a categoria optou por iniciar uma greve por tempo indeterminado.

O que sabemos até agora

A Prefeitura afirma que houve cinco rodadas de negociação com a categoria antes da decisão. O movimento começou na última quinta-feira, 23, e segue em andamento. A administração diz que a adesão é baixa, com mais de 70% dos professores e 80% dos profissionais de saúde em atividade. O desconto será aplicado nas faltas injustificadas registradas entre 23 e 28 de abril. O caso segue em desdobramento.

Logo Jornal Razão

Fique por dentro das últimas notícias de Santa Catarina com o Jornal Razão. Credibilidade e cobertura completa em todo o estado.

Siga-nos

Serviços

  • → Publicações Legais
  • → Editais
  • → Anuncie Conosco
  • → Consultoria
  • → Suporte Técnico

Links úteis

  • → Feed RSS
  • → Sitemap
  • → Google News
  • → Últimas Notícias
  • → Contato

Contato

Av. Hercílio Luz, 381 - Centro, Tijucas - SC, 88200-000
48) 98453-0884

© 2025 Jornal Razão. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade Termos de Uso Cookies
`;

Pesquise notícias

Últimas Notícias

Realize sua busca. Para fechar, clique fora da área

  • Últimas Notícias
  • Segurança
  • Política
  • Meio Ambiente
  • Saúde
  • Economia
  • Esporte
  • Educação
  • Entretenimento
  • Justiça