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em Segurança

EXCLUSIVO – Discussão com traficantes vira banho de sangue em Florianópolis: dois mortos, mãe presa e homem na UTI

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 23/08/2025 19h00 | Atualizado há 232 dias
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A reportagem do Jornal Razão apurou com exclusividade os bastidores da ocorrência e traz detalhes que ajudam a entender os laços entre os envolvidos e o que motivou a série de episódios.

A madrugada deste sábado (23) terminou em tragédia na comunidade da Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis. Em uma sequência de episódios violentos, dois homens foram mortos em confronto com a Polícia Militar, um morador ficou gravemente ferido após levar uma facada no pescoço, e uma mulher foi presa em flagrante por tentativa de homicídio. A reportagem do Jornal Razão apurou com exclusividade os bastidores da ocorrência.

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Reclamação por barulho vira o estopim da tragédia

Tudo começou quando o filho de Anderson de Souza Machado, incomodado com o barulho vindo de uma biqueira em frente à casa da família, pulou o muro e esfaqueou um dos traficantes. A agressão teria sido motivada pelo incômodo com a movimentação de usuários e traficantes no local.

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Danilo é levado por traficantes

Em reação ao esfaqueamento, o “disciplina” da facção criminosa que domina o tráfico na região, identificado como Rafael Rosa da Silva, o “Rafinha”, teria ido até o local para “resolver a situação”. Segundo testemunhas, ele abordou Antônio Danilo da Silva Xavier, filho de Maria Vieira da Silva, que voltava do trabalho e supostamente não tinha envolvimento direto na briga anterior. Danilo foi colocado dentro de um carro da facção.

Maria tentou intervir e gritou em via pública que a culpa de tudo era do filho de Anderson, mas não conseguiu impedir que levassem Danilo. Logo em seguida, a Polícia Militar foi acionada.

Confronto com o Tático termina com duas mortes

A guarnição TÁTICO 3367 da Polícia Militar foi acionada para dar apoio ao SAMU no atendimento ao traficante esfaqueado. Durante a operação, os policiais avistaram um Ford Ka circulando em alta velocidade na Rua João Câncio Jaques, com Rafael e Danilo dentro.

Segundo a PM, houve tentativa de fuga e os ocupantes dispararam contra a viatura. A perseguição terminou na Travessa Aurino Marques da Silva, onde o carro colidiu com um muro. Rafael saiu com uma pistola calibre .45 de numeração raspada e fez menção de atirar. Foi baleado e morreu. Danilo, que estava no banco do carona, também foi encontrado morto com marcas de tiro. O SAMU confirmou os óbitos.

Facada em Anderson após ameaças

Com a morte de Danilo confirmada, o clima na comunidade ficou ainda mais tenso. Momentos depois, Anderson, pai do rapaz que havia iniciado o conflito ao esfaquear o traficante, foi até a frente da casa de Maria. Isso porque a mulher estava transtornada, gritando enfurecida por conta da morte do filho. De acordo com testemunhas, Anderson também estava visivelmente alterado e fez ameaças, dizendo que “iria matar o outro filho dela”.

Maria Vieira da Silva, tomada pelo desespero, pegou uma faca e desferiu um golpe no pescoço de Anderson. A própria Maria confessou o crime. Ela foi presa em flagrante por tentativa de homicídio e a faca foi apreendida.

Estado de saúde de Anderson

Anderson foi socorrido em estado grave ao Hospital Governador Celso Ramos. A facada atingiu a artéria carótida interna, causando hemorragia intensa. Ele passou por cirurgia de emergência e segue internado na UTI, inconsciente e com risco de morte.

Uma filha de consideração relatou nas redes sociais: “Na hora que ele foi atingido, ele não teve reação. Já caiu dizendo que estava perdendo muito sangue”.

Defesa de Maria alega instinto de proteção

Durante a audiência de custódia, o advogado de Maria, Marcos Paulo Poeta dos Santos, alegou que ela agiu em legítima defesa para proteger o filho sobrevivente. Disse que ela foi tomada pelo instinto materno ao ouvir a ameaça direta de morte feita por Anderson.

Segundo a defesa, Maria é mãe de oito filhos, sendo que quatro já haviam falecido e Danilo era o quinto. Ela é aposentada por invalidez, tem problemas de saúde e não possui antecedentes criminais.

Decisão da Justiça

A juíza plantonista homologou o flagrante, mas converteu a prisão em domiciliar diante das circunstâncias emocionais e de saúde. Maria foi autorizada a sair de casa apenas para acompanhar o enterro de Danilo.

O Ministério Público pediu a prisão preventiva, alegando risco à ordem pública, mas a magistrada entendeu que a prisão domiciliar era suficiente neste momento inicial.

O que dizem moradores e a PM

A Polícia Militar confirmou que houve troca de tiros durante a perseguição, e que os criminosos estavam armados. A pistola apreendida com Rafael tinha numeração raspada.

Familiares de Danilo e moradores afirmam que ele era trabalhador e dono de uma barbearia, sem envolvimento com o tráfico. A família sustenta que ele foi morto como forma de “dar exemplo” após ser levado pela facção.

O Jornal Razão não conseguiu contato com familiares de Anderson ou de seu filho até o fechamento desta matéria.

Investigação continua

A Polícia Civil segue investigando o caso. Testemunhas estão sendo ouvidas, imagens de câmeras estão sendo analisadas, e laudos periciais serão fundamentais para esclarecer todos os detalhes da ocorrência.

O que se sabe até agora é que um incômodo por barulho de biqueira gerou uma sequência de violência com duas mortes confirmadas, um homem em estado grave e uma prisão em flagrante. No centro da tragédia, uma mãe em luto, um pai ferido, e uma comunidade mergulhada no medo e na ausência do Estado.

O Jornal Razão segue acompanhando o caso.

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