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em Maus-tratos

‘Investigação não acabou’: MP solicita novas provas sobre a morte do cão Orelha em Florianópolis

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 09/04/2026 14h09 | Atualizado há 39 dias
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Justiça adiou análise do pedido de internação do adolescente apontado como responsável.

O caso da morte do cão Orelha, que comoveu Florianópolis no início do ano, ganhou um novo capítulo. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) vai solicitar novas diligências à Polícia Civil por entender que a investigação ainda apresenta lacunas. O promotor responsável pelo caso pedirá uma ação investigativa específica, cujo teor não foi detalhado por se tratar de processo que corre em segredo de Justiça.

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Orelha era um cão que vivia na região da Praia Brava, área turística da capital catarinense. Segundo a investigação da Polícia Civil, o animal teria sido agredido no dia 4 de janeiro deste ano. Foi encontrado por moradores no dia seguinte, com ferimentos graves, e levado a um veterinário, onde não resistiu.

A Polícia Civil encerrou o inquérito em 3 de fevereiro e apontou um adolescente como responsável pelas agressões que causaram a morte do animal. Na ocasião, a polícia chegou a pedir a internação do suspeito.

No entanto, o MPSC entendeu que o material apresentado continha lacunas que impediam a formação de uma opinião segura sobre o que de fato aconteceu. O órgão devolveu o caso e pediu que novas provas fossem colhidas. Com isso, a Justiça postergou a análise do pedido de internação do adolescente até que as diligências complementares sejam concluídas e avaliadas.

Investigação segue em sigilo

O caso corre em segredo de Justiça, o que limita as informações que podem ser divulgadas. A nova diligência solicitada pelo promotor não teve seu conteúdo revelado. A expectativa é de que, após essa rodada de investigações, o MP tenha elementos suficientes para definir os próximos passos do caso.

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