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em Segurança

Jovens de SC eram aliciadas em baladas e levadas para a Europa como “escravas sexuais”

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 03/09/2025 14h20 | Atualizado há 221 dias
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“Elas tinham conhecimento, mas eram submetidas a uma situação degradante, em que não viam outra saída. Quando chegavam ao exterior, enfrentavam uma verdadeira prisão”, afirmou o delegado.

A Polícia Federal (PF), com apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quarta-feira (3) a Operação Cassandra, que desmontou uma organização criminosa transnacional envolvida em um amplo esquema de tráfico internacional de mulheres catarinenses para exploração sexual na Irlanda. De acordo com o delegado regional Farnei Franco Siqueira, o grupo chegava a lucrar cerca de R$ 100 mil por mês com cada vítima.

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Catarinenses no alvo da quadrilha

A maioria das vítimas era de Santa Catarina. Conforme a PF, o aliciamento ocorria principalmente em baladas, onde integrantes da quadrilha abordavam as jovens com promessas de ganhos rápidos no exterior. As passagens aéreas eram custeadas pelo grupo, que já tinha imóveis e pontos de prostituição estruturados na Irlanda. As mulheres recebiam parte do lucro obtido com a exploração, mas a maior parcela permanecia com a organização. “Elas tinham conhecimento, mas eram submetidas a uma situação degradante, em que não viam outra saída. Quando chegavam ao exterior, enfrentavam uma verdadeira prisão”, afirmou o delegado.

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O esquema de tráfico sexual desmontado aponta que a Boom Bar, boate conhecida de Palhoça, na Grande Florianópolis, pode ter sido usada por aliciadores como ponto de recrutamento de mulheres levadas à Europa para prostituição. Ao ND TV, a Boom Bar – alvo de busca e apreensão nesta manhã – afirmou que a ação ocorreu porque investigados na Operação Cassandra realizaram transferências via Pix para a casa noturna, possivelmente por frequentarem o local em algum momento.

Estrutura milionária e lavagem de dinheiro

As investigações apontam que o grupo atua desde 2017, mantendo rígido controle sobre as vítimas. O lucro obtido era lavado por meio de compra de imóveis, veículos, empresas e investimentos em criptoativos. Fraudes documentais e operações financeiras ilícitas também eram usadas para ocultar o patrimônio. Até o momento, 70 mulheres já foram identificadas como exploradas pela quadrilha.

Ações no Brasil e na Irlanda

No Brasil, a operação mobilizou 120 policiais federais e sete servidores da Receita Federal, responsáveis pelo cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão em Santa Catarina (Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu e Camboriú), além de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso. Na Irlanda, a ação recebeu o nome de Operation Rhyolite e foi executada em conjunto com a Garda National Protective Services Bureau, com três prisões e diversos mandados de busca em residências de investigados e estabelecimentos ligados à rede criminosa.

Cooperação internacional

A ofensiva foi viabilizada pela cooperação entre PF, EUROPOL e autoridades irlandesas, que receberam denúncias de algumas vítimas. Anúncios em sites de prostituição auxiliaram na coleta de provas. Além dos mandados, a Justiça Federal determinou 13 medidas restritivas de direitos contra os investigados.

Crimes imputados

  • Organização criminosa
  • Tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual
  • Rufianismo (lucro obtido com prostituição alheia)
  • Lavagem de dinheiro
  • Falsidade documental
  • Crimes contra o sistema financeiro nacional
  • Crimes contra a ordem tributária

A PF reforçou que a apuração sobre o patrimônio do grupo continua no Brasil, enquanto na Irlanda o foco será a identificação das vítimas e a definição de medidas de proteção.

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