A noite de 11 de fevereiro de 2026 foi marcada por um confronto no bairro Paranaguamirim, em Joinville. Por volta das 19h36, na Rua Espigão, a Polícia Militar de Santa Catarina entrou em confronto com um criminoso que estava foragido da Justiça e com mandado de prisão em aberto.
Segundo a PMSC, o homem era Carlos Travasso, de 27 anos, natural de SC. Ele possuía registros anteriores como autor por posse de drogas, tráfico e crimes de trânsito, além de passagens pelo sistema prisional por homicídio.
Documentos judiciais apontam que Carlos havia sido beneficiado com saída temporária, mas não retornou ao sistema prisional dentro do prazo. Após o descumprimento, a Justiça expediu mandado de prisão. No Banco Nacional de Mandados de Prisão constava ordem definitiva decorrente de condenação já transitada em julgado, com regime fechado e determinação de recaptura.
Conforme as informações da PMSC, durante a abordagem na noite de quarta-feira, o suspeito teria apontado uma arma de fogo na direção da guarnição. Diante da iminente agressão letal, os policiais efetuaram disparos para conter a ameaça. Carlos foi atingido e morreu ainda no local. Felizmente, nenhum policial militar ficou ferido.

Um segundo indivíduo foi preso na ocorrência. Trata-se de Guilherme Bittencourt, de 25 anos, também natural de SC, que, segundo a Polícia Militar, possui registros por posse de drogas e tráfico. Com a dupla, os policiais apreenderam um revólver calibre .38 e cocaína.
Nas redes sociais, Carlos fazia publicações com referências ao número 1673, número associado ao Primeiro Grupo Catarinense. Em uma das postagens, escreveu frases como “Comandamo 90% desse estado” e citava “1673”, além de mensagens como “Tá tudo 2 dominado” e “verme passa maul”. Em outra publicação, mencionava “que não falha na missão e faz verme passar mal”, em tom de exaltação ao grupo criminoso.