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em Segurança

EXCLUSIVO: Vídeo com fuzis e ameaças revelam ‘guerra interna’ na maior facção de Santa Catarina

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 18/05/2025 18h39 | Atualizado há 326 dias
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Documentos internos revelam possível guerra entre líderes do PGC em SC. Polícia Penal confirma disputa e alerta para riscos à segurança. Vídeo mostra arsenal usado por criminosos.

Uma nova ameaça paira sobre Santa Catarina. Desta vez, não se trata de uma ofensiva direta contra o Estado, mas de uma possível guerra entre os próprios líderes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), a maior facção criminosa do território catarinense.

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Documentos internos da organização, obtidos com exclusividade pela redação do Jornal Razão, indicam que o grupo atravessa um dos momentos mais delicados de sua história. Rivalidades entre membros da alta cúpula do PGC estariam provocando rupturas, ameaças mútuas e “decretos” de morte internos, com potencial para desencadear uma nova onda de violência nas ruas.

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Dois documentos, um racha

Ambos os lados se apresentam como legítimos representantes da facção e publicaram, no dia 17 de maio de 2025, documentos oficiais intitulados “PF” – sigla que, no jargão criminoso, significa Parecer Final, um tipo de decisão interna baseada nas regras da facção. Os arquivos, recheados de ameaças e acusações, mostram um confronto declarado entre dois blocos distintos do PGC, expondo a existência de uma cisão no topo da hierarquia.

O primeiro documento, assinado por Mandela e Caçula — supostos representantes do “Primeiro Ministério” —, decreta o banimento de diversos membros, acusados de traição, conspiração, tentativa de golpe e manipulação interna dos pareceres. Entre os “decretados” estão criminosos identificados pelas alcunhas de Sábio, Waguinho, G, LP, Evoke, TZ e Fort, oriundos de “quebradas influentes” como Bela Vista (São José), Costeira e Vila Nova.

No segundo documento, publicado quase simultaneamente, os papéis se invertem: Mandela e Caçula também aparecem como alvos de acusações. O texto afirma que ambos supostamente agiram em “benefício próprio, tentaram manipular a facção e caguetaram no papel”, expressão usada para indicar colaboração com registros comprometedores.

Ambos os lados alegam ter o apoio da Torre de SPA (São Pedro de Alcântara), unidade considerada estratégica dentro do sistema penitenciário catarinense e tida como núcleo de comando do PGC. A disputa, que envolve o controle da liderança e das finanças da facção, está sendo monitorada pelas autoridades com máxima atenção.

Nota da Polícia Penal revela preocupação

A Diretoria de Inteligência e Informação da Polícia Penal de Santa Catarina (DINF) emitiu uma nota interna de alerta. No comunicado, as autoridades confirmam a “disputa interna entre lideranças do PGC” e recomendam cautela redobrada aos agentes que atuam no sistema prisional.

Em outubro de 2024, a facção espalhou terror em cidades da Grande Florianópolis

“Os possíveis confrontos seriam entre integrantes da facção nas ruas e, a princípio, não têm enfoque em ataques a órgãos ou forças do Estado. Contudo, disputas armadas entre estes (integrantes em liberdade) podem, eventualmente, ocasionar enfrentamentos com a Segurança Pública e configurar risco à população”, diz o texto.

A nota ainda orienta os servidores a evitar o “insuflamento da massa carcerária” e destaca que áudios e salves falsos já circulam nos grupos ligados à facção. A situação segue em monitoramento constante.

Vídeo com arsenal de guerra circula entre membros

Como se não bastasse o clima de tensão nos bastidores, criminosos ligados a um dos grupos divulgaram recentemente um vídeo exibindo um verdadeiro arsenal de guerra. Nas imagens, homens fortemente armados posam com fuzis, pistolas e coletes balísticos.

O material seria uma demonstração de força em meio à disputa interna. Fontes da segurança afirmam que o conteúdo é verídico e teria sido gravado na região da Grande Florianópolis, onde as facções rivais disputam território com frequência.

Risco real de confronto nas ruas

Especialistas em segurança ouvidos pela reportagem avaliam que a briga interna pode transbordar dos bastidores para as ruas. “A facção está rachada. E quando se perde o comando único, há uma tendência de disputas violentas por domínio, que normalmente se manifestam em homicídios seletivos, toque de recolher, e até represálias contra inocentes”, disse uma fonte da inteligência criminal.

A Grande Florianópolis seria o epicentro de uma possível escalada. Os bairros com histórico de domínio da facção, como Monte Verde, Chico Mendes, Costeira e Bela Vista, estão sob vigilância especial das forças de segurança.

Histórico recente de confrontos


Do Iraque às ruas de Florianópolis: morte de
ex-soldado dos EUA provocou guerra de facções em SC

A tensão atual é apenas a continuidade de uma sequência de episódios violentos ligados à estrutura do PGC. Em outubro de 2024, após o assassinato de David Beckhauser Herold, o “Americano”, Santa Catarina viveu dias de caos. O PGC culpou o PCC pela morte de seu líder e lançou ataques coordenados, incendiando carros e ônibus e tentando retomar o controle da comunidade de Papaquara, em Florianópolis.

Na ocasião, a polícia conseguiu conter os avanços e prender lideranças envolvidas. Entre os mortos estava Iury Ribeiro, conhecido como o “disciplina” da facção.

O que vem pela frente?

A situação atual representa mais do que uma disputa de poder: pode significar uma mudança profunda na estrutura do PGC. A depender da escalada, o confronto interno pode esvaziar a liderança central e abrir caminho para novas alianças ou até o fortalecimento de rivais como o PCC.

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