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em Política

Deputados do PT do RS contradizem discurso e votam contra o povo gaúcho

Foto de <!-- Importa a fonte Overpass --> <link href="https://fonts.googleapis.com/css2?family=Overpass:wght@400;700&display=swap" rel="stylesheet">  <p style="font-family: 'Overpass', sans-serif;            font-size:14px;            margin:0;            color:#5f5f5f;">   Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span> </p>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 15/05/2024 10h28
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A decisão dos deputados do PT em votar contra a anistia, enquanto alegam fazer lobby em prol à proposta, suscita dúvidas sobre suas motivações. A suspensão da dívida pode ser um alívio temporário, mas sem uma solução definitiva, o Rio Grande do Sul enfrentará novamente a mesma crise em poucos anos.

A recente aprovação pela Câmara dos Deputados da suspensão da dívida do Rio Grande do Sul por três anos tem gerado debates acalorados. Para muitos, essa medida não resolve os problemas do estado, sendo necessária uma anistia completa para evitar uma crise financeira futura. Adiar a dívida representa uma bomba relógio prestes a explodir em 36 meses.

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O que chama atenção é o voto de sete deputados federais gaúchos contra a anistia. Entre eles, destacam-se Bohn Gass, Denise Pessôa, Alexandre Lindenmeyer, Dionilso Marcon, Maria do Rosário, e Reginete Bispo, todos do PT. Essa posição levanta questionamentos sobre as verdadeiras intenções por trás de suas decisões.

O deputado Marcon (PT-RS), coordenador da bancada gaúcha no Congresso, argumenta que a proposta de suspensão da dívida e zerar a taxa de juros por três anos é “um começo”, mas admite que apenas a anistia seria suficiente para a reconstrução do estado. Essa visão é compartilhada pelo governador Eduardo Leite (PSDB), que também defende o perdão das dívidas.

Contudo, Marcon votou contra a proposta de anistia da dívida federal do RS. A postura de Marcon e seus colegas parece contraditória. Como é possível votar contra uma medida e ao mesmo tempo afirmar que lutará pela anistia? Pois é o que ele fez, em reportagem divulgada pela Folha de São Paulo, com o título “Líder da bancada gaúcha, petista diz que batalhará pela anistia da dívida do RS”. Esse comportamento sugere uma possível ‘politicagem’, uma vez que não houve justificativa clara ou propostas de emendas para melhorar o texto original.

Marcon, agricultor assentado da reforma agrária pelo MST, alega que as enchentes devastaram as plantações de arroz orgânico no estado e está preocupado com a situação do Movimento Sem Terra. Ele acusa setores do agronegócio, que supostamente não foram afetados pelas enchentes, de se movimentar para receber perdão de dívidas, o que ele considera injusto.

A proposta de autoria do deputado Marcel Van Hattem (NOVO-RS) que buscava a anistia total foi rejeitada no plenário da Câmara. O placar foi de 215 votos a favor e 226 votos contrários. Van Hattem prometeu continuar lutando por uma anistia total, considerando a dívida estimada do estado em cerca de R$ 98 bilhões.

A decisão dos deputados do PT em votar contra a anistia, enquanto fazem lobby pela proposta, suscita dúvidas sobre suas motivações. A suspensão da dívida pode ser um alívio temporário, mas sem uma solução definitiva, o Rio Grande do Sul enfrentará novamente a mesma crise em poucos anos.

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