Na madrugada do dia 7 de setembro, por volta da 1h30, a fachada da Havan Castelo, em Blumenau, foi alvo de pichação. Uma mulher teria sido flagrada pelas câmeras de segurança praticando o ato. As imagens já foram entregues às autoridades policiais, mas, segundo o empresário Luciano Hang, a legislação impede a divulgação pública do rosto da autora.
Hang usou suas redes sociais para se manifestar. Ele questionou o motivo de ser chamado de “fascista” pela pichadora e criticou a impunidade. “Será que ela sabe o significado dessa palavra? O que leva uma pessoa a fazer isso?”, escreveu. O empresário também cobrou punição efetiva. “Será que ao menos passará uma noite na prisão? Infelizmente, tenho minhas dúvidas.”
O caso repercutiu rapidamente e gerou milhares de comentários no Instagram. Muitos seguidores cobraram a prisão da suspeita e compararam a situação com outros episódios em que opositores de direita foram punidos de forma mais rigorosa. Uma das mensagens mais curtidas afirma: “A justiça é uma vergonha! Proibindo de mostrar o rosto de alguém que te ataca covardemente. É o poste mijando no cachorro.”
Outros comentários reforçaram o sentimento de indignação. “A inveja é uma doença, assim como a esquerda”, disse uma seguidora. “17 anos de prisão?”, ironizou outra. Houve também quem sugerisse que o episódio fosse visto como aprendizado, como escreveu um empresário: “Transforme isso em inspiração, em amor, nem Jesus agradou a todos.”
Luciano Hang finalizou a publicação pedindo colaboração popular para identificar a pichadora. Ele divulgou um telefone de denúncia (0800 517 0051) e reforçou sua posição de “tolerância zero contra o crime”.















