Jovem misterioso aterroriza estudantes na Univali: “parou na porta ouvindo música alemã”
Na noite de segunda-feira (10), um incidente inusitado provocou tensão entre os alunos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), localizada em Itajaí, Santa Catarina.
Por Equipe Jornal Razão·10 jun 2024·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Na noite de segunda-feira (10), um incidente inusitado provocou tensão entre os alunos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), localizada em Itajaí, Santa Catarina. Um jovem vestindo roupa preta, óculos escuros e camisa branca foi observado perambulando pelos corredores do bloco E da universidade enquanto ouvia música alemã em alto volume.
A guarnição da polícia militar, que já realizava policiamento ostensivo em frente à universidade, foi acionada às 21h39 pela central de emergência para atender uma ocorrência dentro do campus.
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Chegando ao local, a guarnição foi abordada pelo segurança, que reportou um homem em atitude suspeita transitando pelas salas e perguntando sobre a localização de sua turma. Além disso, outros alunos relataram que o indivíduo oferecia chocolates para as pessoas no estacionamento da universidade.
Os policiais abordaram o homem, um jovem de 24 anos, natural de Itajaí. Uma revista pessoal foi realizada, mas não foram encontrados itens ilícitos. O jovem não apresentava sintomas de embriaguez ou uso de intorpecentes e respondia de maneira desconexa às perguntas, sem manter uma conversa coerente.
O bombeiro civil da universidade também compareceu ao local para oferecer suporte médico, se necessário. Durante a investigação, foi revelado que o jovem não era estudante da Univali e residia na cidade vizinha de Navegantes. Ele estava sob medicação psiquiátrica e, após esclarecimentos, foi descoberto que ele estava desaparecido. O jovem forneceu o número de celular de sua mãe, com quem a polícia entrou em contato. Ela informou que seu filho tinha transtornos mentais e já havia feito acompanhamento no CAPS.
Considerando a confusão mental em que o indivíduo se encontrava, a guarnição da polícia militar o levou até sua residência em Navegantes, deixando-o aos cuidados de sua mãe, que reforçou que tentaria convencer o filho a retomar o tratamento no CAPS. Ninguém sofreu ameaças ou agressões durante o incidente.