Jovem vítima de atropelamento foi demitida e estava no último dia de trabalho
Em Itajaí, uma tragédia abalou a comunidade local com a precoce perda de Jeovana Reis, uma jovem manicure de 18 anos. Enquanto se dirigia ao salão onde trabalhava, Jeovana foi vítima de um acidente fatal, atropelada por um caminhão ao cruzar a saída do Ferry Boat em sua bicicleta. O motorista, que alegou não ter visto a ciclista, percebeu o incidente apenas ao observar Jeovana caída pelo retrovisor.
Por Equipe Jornal Razão·5 dez 2023·4 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
Publicidade
Em Itajaí, uma tragédia abalou a comunidade local com a precoce perda de Jeovana Reis, uma jovem manicure de 18 anos. Enquanto se dirigia ao salão onde trabalhava, Jeovana foi vítima de um acidente fatal, atropelada por um caminhão ao cruzar a saída do Ferry Boat em sua bicicleta. O motorista, que alegou não ter visto a ciclista, percebeu o acidente apenas ao observar Jeovana caída pelo retrovisor.
A trajetória de Jeovana foi marcada por esforço e dedicação. Apesar de ter sido recentemente desligada de seu emprego, ela insistiu em retornar ao salão por mais um dia, com o intuito de atender uma última cliente e arrumar seus materiais.
Publicidade
Jeovana, descrita como uma pessoa de espírito resiliente, estava no início de um promissor caminho profissional, tendo conquistado os recursos necessários para sua atuação como manicure e almejando, futuramente, abrir seu próprio espaço.
Angela Indianara Faustino, amiga e mentora de Jeovana, relembra a jovem como alguém cheia de vida e planos. A notícia de sua morte foi recebida com profundo pesar por Indianara e a comunidade, pois Jeovana estava em um momento de ascensão pessoal e profissional. Originária de uma família modesta, ela havia recentemente se mudado para viver com seu companheiro, trilhando um caminho de independência e realizações.