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Médica atropelada no Centro de Brusque morre após uma semana internada no Hospital Azambuja

Lídia Herrera Hernandez, de 63 anos, foi atingida por um carro em 14 de setembro e estava internada no Hospital Azambuja.

Médica atropelada no Centro de Brusque morre após uma semana internada no Hospital Azambuja
Foto: Reprodução
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Após oito dias de internação, a médica Lídia Herrera Hernandez, de 63 anos, morreu nesta terça-feira (22) no Hospital Azambuja, em Brusque. Ela estava hospitalizada desde 14 de setembro, quando foi atropelada na Rua Gustavo Schlosser, no Centro da cidade.

O acidente aconteceu à tarde. Lídia foi atingida por um Fiat Fastback, sofreu traumatismo cranioencefálico e foi encaminhada com urgência ao hospital. O motorista não se feriu e afirmou que trafegava em baixa velocidade quando a pedestre teria atravessado a rua. As circunstâncias do atropelamento ainda devem ser apuradas.

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Na noite de segunda-feira (21), moradores da região se reuniram para rezar pela recuperação da médica. A mobilização ocorreu na véspera da morte, após uma semana de internação.

Lídia atendia na unidade de saúde do bairro Steffen. Nas redes sociais, pacientes e colegas publicaram homenagens. “Um ser humano indescritível, daqueles que deixam marcas lindas por onde passam”, escreveu uma paciente.

Um médico da região contou que ela também prestou serviços no hospital de Guabiruba. Uma colega da unidade de saúde lembrou do amor de Lídia pela família e pelo trabalho.

A morte voltou a motivar cobranças por segurança na Rua Gustavo Schlosser. Moradores relatam veículos em alta velocidade e acidentes frequentes, principalmente nas proximidades do Residencial Atlantis, depois de uma curva.

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À Rádio Araguaia, um casal afirmou que o imóvel onde mora já foi atingido mais de uma vez em acidentes. “Está precisando fazer alguma coisa urgente”, disse a moradora.

Vizinhos também encaminharam fotos de outras ocorrências no trecho. Em uma delas, registrada em 23 de maio, uma caminhonete perdeu o controle após a curva e bateu em um poste.

Outros atropelamentos graves foram registrados em Brusque neste ano. Em fevereiro, Albertina Rocha, de 69 anos, morreu no Hospital Azambuja após ser atingida por um carro de aplicativo na faixa de pedestres da Rua Santos Dumont, no bairro Santa Terezinha.

Em 14 de setembro, mesmo dia do atropelamento de Lídia, uma trabalhadora de 48 anos foi atingida enquanto atravessava a faixa de pedestres empurrando uma bicicleta na Rua General Osório, no bairro Guarani. Após a ocorrência, moradores voltaram a cobrar redutores de velocidade.

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O velório de Lídia foi anunciado para a Capela Memorial Brusque, a partir das 13h.

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