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Menina com retardo mental é estuprada pelo padrasto, em São João Batista

Na madrugada de 24 de fevereiro de 2024, uma grave ocorrência foi registrada na Rua Júlio César Teixeira Corrêa, no bairro Tajuba I, em São João Batista. Uma mulher de 37 anos comunicou às autoridades um caso de estupro de vulnerável envolvendo sua filha de 15 anos, que possui deficiência mental.

Menina com retardo mental é estuprada pelo padrasto,  em São João Batista
Foto: Reprodução
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Na madrugada de 24 de fevereiro de 2024, uma grave ocorrência foi registrada na Rua Júlio César Teixeira Corrêa, no bairro Tajuba I, em São João Batista. Uma mulher de 37 anos comunicou às autoridades um caso de estupro de vulnerável envolvendo sua filha de 15 anos, que possui deficiência mental.

De acordo com o relato policial, a comunicante estava em sua residência com o esposo, quando, por volta das 01:15, ele desceu para beber água e demorou para retornar. Ao investigar o silêncio, a mulher desceu silenciosamente e flagrou uma cena perturbadora: sua filha estava se arrumando perto de uma cama na cozinha, e o esposo estava sentado na cama, visivelmente nervoso.

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Ao ser confrontado, o homem alegou que havia apenas dado um beijo na enteada. Diante da gravidade da situação, a comunicante exigiu que ele deixasse o lar e prontamente acionou a Polícia Militar. A vítima, ao ser ouvida na presença de sua mãe, detalhou que o padrasto tocou-a inapropriadamente e cometeu atos sexuais contra ela, causando-lhe dor e medo, o que a impediu de chamar por ajuda.

“Seu padrasto abaixou a calça começou a beija-la, introduziu o penis em sua vagina, no anus e está com dores na vagina. Afirmou ainda que não gritou para chamar a mãe porque ficou com medo do padrasto”, afirmou a vítima em depoimento.

Um conselheiro do Conselho Tutelar foi acionado e compareceu ao local para prestar assistência. Apesar das diligências iniciais, o suspeito não foi localizado até o fechamento desta reportagem, mas as buscas continuam ativas. Foi confeccionado um Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOCOP) e expedida uma guia de exame de corpo de delito para a vítima, enquanto a comunicante recebeu as devidas orientações.

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