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Pablo Marçal recomenda que eleitores entrem nas escolas para ver a urna e diz que ordem de Zanin é “atentado”

Em live a caminho da apuração, em Brasília, Marçal pediu que fiscais fiquem nas seções até as 19h e falou em "ir pra rua"

2º turnoApuração do 2º turno, domingo às 17hFlávio × Lula voto a voto, no Brasil, em SC, nas 5.570 cidades e no exteriorAcompanhar →
Pablo Marçal recomenda que eleitores entrem nas escolas para ver a urna e diz que ordem de Zanin é “atentado”
Foto: Reprodução
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Pablo Marçal recomendou que eleitores perto de escolas entrem nos locais de votação para ver as urnas, neste domingo (25), depois que o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a votação do 2º turno até as 19h. A fala foi feita numa live publicada no perfil dele no Instagram, gravada dentro de um carro a caminho do local da apuração, em Brasília.

“Seguinte, cês que tão perto de escola, se tiver alguma escola aberta, entre pra ver a urna”, disse Marçal.

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Marçal também pediu que os fiscais voltem às seções. “Todo mundo que foi fiscal, volta pra suas sessões e fique até às dezenove, independente se ela tiver aberta ou não”, afirmou.

Na live, ele chamou a decisão de Zanin de “atentado contra a democracia”. “Um tribunal não atravessa o outro”, disse. Segundo Marçal, o pedido do PT estava sendo analisado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, quando o partido recorreu ao STF e o caso caiu com Zanin, ex-advogado do presidente Lula. “Ele, sem consultar ninguém, sem consultar a Procuradoria-Geral Eleitoral, sem consultar nada”, afirmou.

Pablo Marçal durante live a caminho da apuração, em Brasília (Reprodução/Instagram)

Marçal disse ainda que a ordem saiu às 17h04, quando as seções já estavam fechadas. “Fecharam as sessões às dezessete, porque ninguém foi notificado, ninguém foi sinalizado”, disse. “Depois que fecha, não pode reabrir a urna.”

Ele afirmou que houve problemas em 19 cidades do país, 17 delas citadas no pedido de Flávio Bolsonaro por causa de alagamentos e temporais e duas no pedido do PT, por causa da falta de ônibus. Marçal chamou a prorrogação de “presepada jurídica” e disse que, desde a redemocratização, o horário de votação nunca tinha sido estendido.

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No fim da live, Marçal pediu que os seguidores gravem vídeos de indignação. “Dependendo do que acontecer, a gente vai ter que tomar a decisão drástica de ir pra rua”, disse.

Pelo menos sete tribunais regionais eleitorais, entre eles o de Santa Catarina, informaram que não vão reabrir as urnas que fecharam às 17h. O TSE parou a totalização dos votos depois da decisão de Zanin.

Leia também: Sete TREs, incluindo o de SC, batem o pé e não reabrem as urnas após Zanin prorrogar a votação até as 19h

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/pablo-marcal-eleitores-escolas-urna-zanin-atentado

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