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Após dias na UTI, morre segunda gêmea de 15 anos vítima de acidente em Criciúma: irmãs estavam indo à igreja

Ana Júlia Barcelos Belo estava internada em estado grave na UTI do Hospital São José desde o acidente ocorrido no dia 15; a irmã, Ana Laura, morreu no dia da batida. Fotos: CBMSC / Redes Sociais

Após dias na UTI, morre segunda gêmea de 15 anos vítima de acidente em Criciúma: irmãs estavam indo à igreja
Foto: Reprodução
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A tragédia que abalou a comunidade de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, teve um desfecho ainda mais doloroso. A adolescente Ana Júlia Barcelos Belo, de apenas 15 anos, morreu após dias internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São José.

Ela era uma das vítimas do violento acidente registrado na terça-feira (15), na Rodovia Luiz Rosso, no bairro Quarta Linha, no qual sua irmã gêmea, Ana Laura Barcelos Belo, também de 15 anos, perdeu a vida no próprio dia da colisão.

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As duas irmãs viajavam em um Fiat Uno acompanhadas do pai e de outro adolescente quando o automóvel foi atingido violentamente na traseira por um Toyota Corolla. O impacto provocou severos danos ao veículo da família e exigiu atendimento emergencial imediato para os ocupantes.

Corrente de solidariedade e comoção regional

Nos dias que se seguiram ao acidente, a situação de Ana Júlia mobilizou familiares, amigos e moradores de toda a região. Correntes de oração foram organizadas nas redes sociais e uma intensa campanha de doação de sangue foi promovida na tentativa de salvar a vida da jovem.

Apesar dos esforços das equipes médicas e do apoio da comunidade, o quadro clínico de Ana Júlia não resistiu às gravidades dos ferimentos.

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Motorista detido e investigação por dolo eventual

No âmbito judicial, o motorista do Toyota Corolla, um homem de 61 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça. De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), as investigações estão focadas no enquadramento de homicídio com dolo eventual, além das lesões corporais decorrentes da colisão. A tipificação do dolo eventual ocorre quando o responsável pela ação assume conscientemente o risco de provocar a morte de terceiros.

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