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Ministra dos Direitos Humanos do Governo Lula saí em defesa dos moradores de rua em SC

Florianópolis (SC) A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, participou nesta terça-feira (12) da aula magna de abertura do semestre 2025.2 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em discurso, ela destacou denúncias de violações de direitos humanos em Santa Catarina e defendeu maior mobilização social contra o que classificou como práticas … Ler mais

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Ministra dos Direitos Humanos do Governo Lula saí em defesa dos moradores de rua em SC
Foto: Reprodução
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Florianópolis (SC) A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, participou nesta terça-feira (12) da aula magna de abertura do semestre 2025.2 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em discurso, ela destacou denúncias de violações de direitos humanos em Santa Catarina e defendeu maior mobilização social contra o que classificou como práticas de “higienismo” no tratamento de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Apelo contra o “higienismo”

Durante a fala, Macaé mencionou relatos sobre moradores vivendo sob uma passarela no estado, citando especificamente populações em situação de rua e comunidades de terreiro. “Que a gente se levante com a mesma indignação e força para sair todo dia e nos irmanarmos com as pessoas que estão lá debaixo da passarela, para não deixar ninguém fazer higienismo aqui em Santa Catarina”, afirmou.

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Diálogo com grupos sociais

A ministra relatou encontros com imigrantes, coletivos de mulheres, atingidos por barragens e grupos de apoio à população em situação de rua. Ela criticou abordagens que, segundo ela, buscam tratar essas pessoas de forma excludente e comparou certas práticas no Brasil à política migratória dos Estados Unidos em relação a imigrantes brasileiros.

Referência a Cancellier

No discurso, Macaé também fez referência ao ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que morreu em 2017 após ser alvo de operação policial. “Não podemos esquecer o nome dele. Temos que estar preparados para o enfrentamento e para fazer esse debate em qualquer lugar”, disse.

Encerramento e posicionamento

Ao encerrar, a ministra reforçou que, embora defenda uma “cultura de paz”, não está disposta a aceitar retrocessos. “Nós não vamos abaixar a cabeça para que as pessoas passem sobre os nossos corpos. Não vamos admitir que um imperador, eleito presidente do país, resolva ser imperador do mundo”, declarou.

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/seguranca/ministra-direitos-humanos-critica-higienismo-em-sc

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