Professor de SC é assassinado e mulher é baleada por funcionário
Na noite de quinta-feira (4), o pesquisador e professor universitário Saul Galdêncio Neto, de 37 anos, foi assassinado a tiros em Fortaleza, Ceará.
Por Equipe Jornal Razão·5 jul 2024·4 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
Publicidade
Na noite de quinta-feira (4), um sombrio incidente em Fortaleza culminou na morte de Saul Galdêncio Neto, um pesquisador e professor universitário de 37 anos, após oferecer carona a um funcionário. O crime ocorreu quando o professor estava acompanhado de sua namorada, Mariana Mota, que também foi ferida no ataque.
Saul, natural de Santa Cecília, Santa Catarina, era uma figura respeitada no campo acadêmico, atuando como médico veterinário e pesquisador na Universidade de Fortaleza (Unifor), onde se dedicava a estudos inovadores com cabras transgênicas para produção de medicamentos contra o câncer.
Publicidade
O suspeito do homicídio, um funcionário de Saul que havia recebido recentemente três suspensões por indisciplina, teria pedido a carona naquela fatídica noite. Durante o trajeto, em um momento de tensão, o funcionário disse: “agora você vai me pagar tudo que você me fez”, antes de sacar uma arma e atirar na nuca de Saul. Mariana tentou fugir, mas foi baleada, recebendo disparos no braço e na lombar. Felizmente, os tiros não comprometeram a coluna ou órgãos vitais, e ela foi prontamente atendida em um hospital local, permanecendo na UTI por precaução.
De acordo com o delegado geral da Polícia Civil, Márcio Gutierrez, o suspeito foi detido no Bairro Messejana. Ele revelou que, após pedir a carona, o criminoso instruiu Saul a dirigir para uma rua escura. Quando Saul resistiu, argumentando sobre a periculosidade do local, o agressor sacou a arma e o forçou a seguir até lá.
As autoridades estão acompanhando o caso e oferecendo suporte à vítima e sua família.