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Ventos de mais de 100 km/h: prefeito de Chapecó suspende aulas e avalia decreto de emergência

Conforme a Defesa Civil, as regiões do Seminário e do Esplanada foram as mais atingidas, com rajadas em torno de 107 km/h

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Ventos de mais de 100 km/h: prefeito de Chapecó suspende aulas e avalia decreto de emergência
Foto: Reprodução
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O prefeito de Chapecó, Valmor Scolari, suspendeu as aulas da tarde desta quarta-feira (4) na rede municipal depois do temporal que atingiu a cidade. Segundo o prefeito, os ventos passaram de 100 km/h. As escolas particulares também não terão aula à tarde.

O anúncio foi feito em vídeo gravado na sala da Defesa Civil, ao lado do diretor do órgão, coronel Walter Parizotto. Conforme o diretor, as regiões do Seminário e do Esplanada foram as mais atingidas, com rajadas em torno de 107 km/h. “Uma rajada muito forte, muito concentrada, com poder de destruição”, descreveu o coronel.

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O prefeito também citou destelhamentos e “destruição das mais diversas” na região do aeroporto. Imagens recebidas pelo Jornal Razão mostram telhados arrancados, madeira e telhas espalhadas pelas ruas e casas com paredes derrubadas. Segundo Valmor Scolari, a Guarda Municipal, o Corpo de Bombeiros e as equipes da prefeitura estão nas ruas porque há muitas árvores caídas.

As aulas foram suspensas, de acordo com o prefeito, porque professores tiveram problemas em casa e algumas estruturas precisam de verificação.

Telhados arrancados e madeira espalhada pela rua depois do temporal em Chapecó

Cinco unidades de saúde não atendem à tarde. O prefeito citou as unidades do Seminário, do Quedas do Palmital, do Universitário e do Jardim do Lago. Em caso de emergência, a orientação é procurar a UPA do Verdão ou a UPA do Presidente Médici, que funcionam normalmente.

A Defesa Civil distribui lonas para proteger as casas atingidas. A retirada é na sede do órgão, na Nereu Ramos, no Centro, perto da antiga prefeitura. Depois, segundo o coronel Parizotto, as equipes vão verificar as situações de risco para a distribuição de telhas. A orientação é não subir em telhados e não se expor a riscos, já que há previsão de mais chuva à tarde.

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A prioridade agora, conforme o prefeito, é desobstruir as vias para que todos cheguem em casa com segurança. À tarde, a prefeitura vai fechar o levantamento dos estragos para um possível decreto de situação de emergência.

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/meio-ambiente/chapeco-temporal-aulas-suspensas-decreto-emergencia

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