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Atleta de handebol de 15 anos que morreu atingida por balanço em SC era promessa do esporte de São José

Beatriz Baldissera Peixoto jogava handebol pelo Time São José e estudava no Colégio Adventista do Estreito. Ela brincava com amigas quando a estrutura tombou sobre ela

Atleta de handebol de 15 anos com a camisa 17 do Time São José
Foto: Reprodução
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A adolescente de 15 anos que morreu no sábado (26) depois que um balanço de madeira tombou sobre ela em Alfredo Wagner era atleta de handebol e defendia o Time São José. Beatriz Baldissera Peixoto, a Bia, era natural de Florianópolis, morava em Palhoça e estudava no Colégio Adventista do Estreito, na Capital.

Neste domingo (27), a Prefeitura de São José publicou uma homenagem à jogadora, que vestia a camisa 17 da equipe. “Hoje, o esporte de São José amanheceu mais triste”, diz a nota.

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Segundo a prefeitura, Bia deixou o time “precocemente, interrompendo uma carreira brilhante que começava a ganhar destaque no cenário local e estadual”. O texto afirma que ela representou o município “com talento, dedicação, alegria e carinho, deixando sua marca no handebol josefense”.

Médica que atendeu a adolescente no hospital de Alfredo Wagner relata que ela já chegou sem vida

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer pediu à Fesporte um minuto de silêncio em todas as partidas que ainda restam na Etapa Regional Sul dos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC), que está sendo disputada neste fim de semana.

O Colégio Adventista do Estreito também lamentou a morte da aluna. Em nota de pesar, a escola cancelou o Dia D, que estava marcado para este domingo (27). “Neste momento, escolhemos o silêncio, o acolhimento e a oração”, informou o colégio.

Nas redes sociais, uma familiar se despediu da adolescente: “Meu tesouro me deixou! Que dor. Te amarei para todo sempre.”

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Beatriz brincava com três amigas da mesma idade na tarde de sábado quando o balanço começou a tombar. Três meninas estavam em cima da estrutura, e ela tentava subir. As peças de madeira caíram e a atingiram na cabeça. As outras duas que estavam no balanço não se machucaram.

Uma das amigas correu pra chamar o pai. Quem estava por perto ajudou a erguer as madeiras e tirar Beatriz de baixo. Ela já não respirava e estava sem pulso. O homem fez massagem cardíaca ali mesmo e depois a levou de carro até o Hospital Municipal de Alfredo Wagner. Segundo a médica que atendeu o caso, a adolescente já chegou sem vida.

O caso foi registrado como morte acidental. A Polícia Civil vai investigar as circunstâncias, e a Polícia Científica foi acionada. Até a publicação desta reportagem, a família não havia divulgado informações sobre velório e sepultamento.

Leia também: Adolescente de Palhoça morre após balanço de madeira cair sobre ela em Alfredo Wagner

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