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Tio que amordaçou e espancou menino de 2 anos até a morte em SC é morto na cadeia

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 29/08/2025 21h00 | Atualizado há 229 dias
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Detento condenado por tortura e homicídio de crianças é morto a golpes de tesoura dentro da Penitenciária Industrial de Chapecó; crime teria sido motivado por provocações.

Luiz Fernandes de Oliveira, de 43 anos, foi morto dentro da Penitenciária Industrial de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, onde cumpria pena de mais de 50 anos de reclusão por tortura e homicídio. Ele era tio do menino Lyan de Oliveira, de apenas 2 anos, morto em 2022 após sofrer agressões brutais enquanto estava sob seus cuidados e os da companheira, Tânia Correia Claras.

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A morte violenta de Luiz ocorreu na tarde desta sexta-feira (29), dentro do setor de dobra da fábrica BBC Têxtil, instalada no complexo prisional.

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Crime dentro da cadeia

De acordo com informações exclusivas obtidas pelo Jornal Razão, os policiais penais foram acionados para atender a ocorrência de homicídio dentro da unidade prisional.

No local, Luiz já havia sido removido com vida e encaminhado à enfermaria da penitenciária, mas não resistiu aos ferimentos provocados por uma estocada de tesoura.

O autor do assassinato foi identificado como Paulo Sérgio Mariano, também detento. Após o crime, ele foi imediatamente isolado em cela separada e confessou o ataque. Segundo o relato, Luiz teria oferecido comida a Paulo no dia 25 de agosto, após a qual este passou mal. Nos dias seguintes, Luiz teria zombado repetidamente da situação com frases como: “o que o ratinho comeu hoje, não passou mal, o que tem pra você comer hoje?”

A provocação teria se estendido por toda a semana até que, na tarde de hoje, Paulo disse ter “perdido a cabeça”, pegou uma tesoura e desferiu o golpe fatal.

Funcionários da empresa têxtil afirmaram não ter presenciado o momento exato da agressão, embora vítima e autor estivessem próximos. Policiais penais relataram que viram Luiz correr ferido pelos corredores, antes de ser socorrido.

O local foi isolado e as imagens das câmeras de segurança serão analisadas pela Polícia Civil e pela Polícia Científica.

Condenação brutal por tortura

Luiz Fernandes foi condenado em 2024 a mais de 50 anos de prisão por torturar cinco crianças, entre elas o sobrinho Lyan de Oliveira, de apenas 2 anos. O caso chocou o estado de Santa Catarina. A mãe das crianças havia deixado os filhos sob os cuidados de Luiz e da esposa Tânia em Ponte Serrada, enquanto trabalhava em Brusque.

Conforme denúncia do Ministério Público, as agressões envolviam espancamentos com fios de TV, canos de PVC e chinelos, privação de comida, trabalhos forçados e sessões de tortura psicológica. Luiz chegou a amarrar as crianças em cadeiras e amordaçá-las com fita isolante para que assistissem, sem gritar, às agressões que ele cometia contra Lyan.

Em fevereiro de 2022, segundo os autos, ele tentou afogar o menino no vaso sanitário e causou uma fratura no fêmurda criança. Lyan morreu semanas depois, no dia 5 de março de 2022, após sofrer uma sequência de chutes, tapas e socos, desferidos por Tânia Correia Claras. O laudo médico atestou politraumatismo.

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