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Condenado por morte de adolescente em SC pede para dar “beijo de despedida” e tem resposta “na lata”

Homem de 33 anos é preso em Blumenau por envolvimento no homicídio qualificado de Tauana Letícia Fachini, morta aos 17 anos em dezembro de 2013. A captura foi feita pela Polícia Civil de Santa Catarina nesta quarta-feira (1º).

Condenado por morte de adolescente em SC pede para dar “beijo de despedida” e tem resposta “na lata”
Foto: Reprodução
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Um homem de 33 anos, condenado pelo homicídio qualificado de Tauana Letícia Fachini, foi preso pela Polícia Civil de Santa Catarina na manhã desta quarta-feira (1º) em Blumenau. A vítima tinha apenas 17 anos quando foi assassinada, em dezembro de 2013.

A prisão foi cumprida pela Delegacia de Homicídios do Departamento de Investigações Criminais (DIC) após o foragido ser localizado em sua residência, no bairro Badenfurt. Ele estava foragido desde janeiro deste ano e foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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Segundo o processo, o crime foi planejado pelo namorado da vítima, que contratou o amigo para executar o assassinato, prometendo pagar R$ 3 mil pela morte. Um adolescente também foi recrutado para ajudar no ataque, com a promessa de receber a mesma quantia.

Na noite de 20 de dezembro de 2013, Tauana voltava de uma festa de aniversário na garupa da motocicleta do namorado quando foi surpreendida pelos dois executores em outra moto. Eles se aproximaram e efetuaram três disparos de arma de fogo, que atingiram a adolescente. O próprio namorado, para despistar a polícia, pediu que o amigo atirasse em sua perna, simulando um atentado encomendado por traficantes rivais.

Em 2024, ambos foram julgados e condenados pelo Tribunal do Júri de Blumenau. O ex-namorado de Tauana recebeu a pena de 21 anos e quatro meses de reclusão, enquanto o amigo condenado nesta quarta-feira foi sentenciado a 17 anos e oito meses de prisão por homicídio qualificado e corrupção de menores.

Durante a captura, ao ser questionado se poderia dar um beijo de despedida, o condenado ouviu de um policial a resposta que repercutiu entre os presentes:

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“A moça que você matou não vai ter direito de dar beijo em mais ninguém.”

A fala simbolizou o pedido de justiça pela memória de Tauana e foi celebrada por familiares e populares que acompanharam a prisão.

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