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Polícia vai atrás de suspeitos de coordenar a facção PGC de dentro da cadeia em Chapecó

Conforme o MPSC, a Operação Istós II cumpre seis mandados de prisão e 11 de busca em Chapecó, Joaçaba, Capinzal e Xaxim, inclusive dentro do complexo penitenciário

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Agentes no complexo penitenciário durante a Operação Istós II (Foto: MPSC/Divulgação): Polícia vai atrás de suspeitos de coordenar a facção PGC de dentro da cadeia em Chapecó
Agentes no complexo penitenciário durante a Operação Istós II — Foto: MPSC/Divulgação
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O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), e a Polícia Civil deflagraram nesta quinta-feira (5) a Operação Istós II contra uma estrutura ligada ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Segundo o MPSC, a organização criminosa atua dentro e fora do sistema prisional catarinense. São seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Chapecó, Joaçaba, Capinzal e Xaxim.

Conforme o MPSC, a ação é conduzida pelo Gaeco com a Delegacia de Combate às Drogas (DECOD) de Chapecó, e os mandados foram expedidos pela Vara Estadual de Organizações Criminosas. As investigações apontam, em tese, o envolvimento dos investigados com organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e outros crimes graves.

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Ainda segundo o MPSC, os elementos apurados indicam a possível atuação de integrantes responsáveis por coordenar e manter as atividades da facção tanto nas ruas quanto no interior do sistema prisional.

Parte das ordens judiciais é cumprida dentro do complexo penitenciário, com apoio da Polícia Penal. A Polícia Militar de Santa Catarina também participa. Imagens divulgadas pelo MPSC mostram agentes do Gaeco, da Polícia Penal e da Polícia Civil em um corredor de celas e dentro de uma casa durante as buscas.

Equipes do Gaeco durante a Operação Istós II (Foto: MPSC/Divulgação)

É a segunda fase da Operação Istós. A primeira foi deflagrada em 18 de agosto de 2026, com 39 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão, em Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul. A ação desta quinta é mais um desdobramento das investigações ligadas à 4ª fase da Operação Sodalitas Finis.

De acordo com o MPSC, a estrutura investigada foi identificada a partir da análise conjunta de procedimentos conduzidos pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. O nome Istós vem do grego antigo e significa “teia”, “trama” ou “estrutura entrelaçada”, em referência à rede de relações e à estrutura hierarquizada da organização criminosa.

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Agentes do Gaeco e da Polícia Penal no complexo penitenciário (Foto: MPSC/Divulgação)

O material apreendido será encaminhado à Polícia Científica para exames periciais. O processo tramita sob sigilo judicial e o número de presos não foi divulgado até a publicação desta matéria. Segundo o MPSC, novas informações poderão ser divulgadas depois que os autos se tornarem públicos.

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/seguranca/operacao-istos-ii-faccao-pgc-chapeco

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