Atleta é preso no intervalo de jogo e outros três mandados são cumpridos pela PM na Grande Florianópolis
Três mandados foram cumpridos em São João Batista e outro em Canelinha nesta terça-feira (18)/ IMAGEM ILUSTRATIVA
Por Equipe Jornal Razão·19 ago 2026·5 min de leitura·Atualizado há 1 h
Foto: Reprodução
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Quatro pessoas foram presas pela Polícia Militar nesta terça-feira (18) durante o cumprimento de mandados judiciais em São João Batista e Canelinha. Entre os detidos estão um homem procurado por homicídio, uma mulher condenada por roubo e um atleta abordado durante o intervalo de uma partida de futsal.
Em São João Batista, três mandados foram cumpridos em diferentes ações. No Centro, uma mulher foi localizada e presa por uma ordem judicial relacionada ao crime de tráfico de drogas, expedida pela Justiça de Santa Catarina.
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Durante a mesma ocorrência, policiais abordaram pessoas que estavam em um terreno baldio nas proximidades. Ao consultar os sistemas policiais, a equipe constatou que um dos homens era considerado foragido e tinha um mandado de prisão em aberto por homicídio, expedido pela Justiça do Rio Grande do Sul. Ele foi preso e encaminhado ao sistema prisional.
O terceiro caso no município ocorreu por volta das 20h, durante uma semifinal do Campeonato Municipal de Futebol de Salão, no Ginásio Manecão. Policiais que faziam o policiamento preventivo receberam a informação de que um dos atletas em quadra tinha um mandado de prisão ativo por falta de pagamento de pensão alimentícia.
Após confirmarem a ordem judicial, os policiais aguardaram o intervalo da partida para realizar a abordagem. O homem recebeu voz de prisão e foi levado ao Presídio Regional de Tijucas.
Já em Canelinha, uma mulher procurada por roubo foi presa na localidade do Moura. A Polícia Militar recebeu informações de que ela estaria escondida em uma residência e realizou buscas na região.
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A mulher foi encontrada nas proximidades do imóvel. Durante a abordagem, os policiais confirmaram a existência do mandado de prisão por roubo. Segundo a PM, ela tem pena de 13 anos e dois meses a cumprir.
A mulher não ofereceu resistência e foi encaminhada ao Presídio de Canhanduba, onde ficou à disposição da Justiça. De acordo com a Polícia Militar, ela foi apresentada sem lesões aparentes e não houve necessidade do uso de algemas.