Um prédio a poucos metros da Praia Central de Balneário Camboriú teve cinco apartamentos arrombados na tarde do último sábado (29). De um único imóvel foram levados cerca de R$ 200 mil em joias e R$ 100 mil em dinheiro, incluindo um cofre inteiro. O caso é investigado pelas autoridades.
O furto foi constatado quando o proprietário chegou ao apartamento e encontrou o imóvel arrombado. Ao entrar, percebeu que os quartos haviam sido revirados.
Entre os objetos levados estavam joias de ouro, incluindo um colar com o nome da esposa da vítima, dois pingentes de Nossa Senhora, um anel com pedra verde e outras peças. Parte do dinheiro estava guardada em um cofre, que também foi levado, enquanto outra quantia estava em um envelope.
ASSISTA AO VÍDEO
Além desse imóvel, outros quatro apartamentos do mesmo condomínio apresentavam sinais de arrombamento. Como são usados para veraneio e estavam vazios no momento da ocorrência, não foi possível confirmar se algum pertence havia sido levado. Os proprietários foram orientados a verificar os imóveis e registrar eventuais furtos.
Câmeras flagram a dupla deixando o prédio com uma mala
Imagens de segurança analisadas após o crime mostram dois homens chegando ao condomínio por volta das 16h20. Conforme o levantamento, eles teriam aguardado a abertura da porta de entrada e permanecido no local até cerca de 17h50, quando teriam deixado o prédio carregando uma mala.
O ponto central da apuração é justamente esse: a entrada social não foi forçada. A porta abriu.
Duas versões diferentes para a mesma porta
Segundo relato de moradores, o acesso teria sido liberado remotamente em nome de um morador do prédio. O detalhe é que esse morador não tem o aplicativo da atual empresa de segurança instalado no celular e, pela idade avançada, dificilmente saberia operar o sistema.
A empresa responsável pelo monitoramento identificou que o acesso ao condomínio teria ocorrido por meio de um dos apartamentos que apresentavam sinais de arrombamento. São, portanto, duas versões diferentes para a mesma porta.
Moradores levantam ainda outras hipóteses para a liberação, como vazamento de informação a partir da própria empresa de portaria virtual ou clonagem de celular. Nenhuma delas está confirmada.
A Polícia Civil esteve no local e a Polícia Científica também foi acionada para realizar os procedimentos necessários. As imagens de segurança foram anexadas à ocorrência e devem auxiliar na apuração do caso.














