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PM divulga detalhes sobre confronto que terminou com a morte de menor com 18 crimes no histórico

A Polícia Militar divulgou novos detalhes sobre a ocorrência que levou um adolescente com 18 registros de ocorrência à morte na noite desta segunda-feira, 24, em Balneário Camboriú. O jovem, de 15 anos, acumulava antecedentes por homicídio, tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi morto durante um confronto … Ler mais

PM divulga detalhes sobre confronto que terminou com a morte de menor com 18 crimes no histórico
Foto: Reprodução
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A Polícia Militar divulgou novos detalhes sobre a ocorrência que levou um adolescente com 18 registros de ocorrência à morte na noite desta segunda-feira, 24, em Balneário Camboriú. O jovem, de 15 anos, acumulava antecedentes por homicídio, tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi morto durante um confronto com policiais.

A ação ocorreu na localidade conhecida como Brejo, onde, segundo informações da Agência de Inteligência do 12º BPM, suspeitos estariam traficando drogas e exibindo armas de fogo de forma ostensiva, além de coagirem moradores. Diante da situação, foi organizada uma operação conjunta entre a Agência de Inteligência, guarnições do Tático e Rádio Patrulha para abordar os suspeitos.

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Durante a incursão na rua Maria Maurícia Pereira, área frequentemente utilizada como rota de fuga por criminosos, uma das guarnições avistou o adolescente correndo na direção dos policiais, portando um revólver calibre .38 carregado com seis munições. Segundo a PM, ele não obedeceu à ordem de abordagem e apontou a arma para os agentes, que reagiram, disparando contra o suspeito. Ele morreu no local.

Após o confronto, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e demais órgãos competentes foram acionados.

O adolescente era investigado por um homicídio cometido em 2022 na cidade de São José. Na época, ele filmou a execução de um homem e divulgou as imagens. Além disso, a polícia aponta que ele fazia parte do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) e costumava ostentar armas de fogo nas redes sociais.

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