“Eu me ajoelho e peço proteção a Deus”: casa pode desabar a qualquer momento em cima de idosa em SC
“Eu me ajoelho todos os dias e peço pra Deus dois quartinhos pra que não chova mais em cima de mim”
Por Equipe Jornal Razão·27 abr 2026·4 min de leitura·Atualizado há 3 meses
Foto: Reprodução
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Uma idosa de 66 anos enfrenta dias de medo e incerteza no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Penha, no Litoral Norte de Santa Catarina.
Seli Eger Hachmann vive em uma casa que apresenta risco de desabar a qualquer momento, próximo à Rodovia Paulo Stuart Wright, na variante de acesso à BR-101. Cada chuva é um momento de angústia.
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A água invade o imóvel e aumenta o perigo da estrutura ceder sobre os moradores. “Eu me ajoelho todos os dias e peço pra Deus dois quartinhos pra que não chova mais em cima de mim”, diz Seli, emocionada.
Mesmo diante da situação precária, a idosa mantém a fé e acredita que os dias difíceis vão passar. Ela vive da aposentadoria e divide a casa com o filho, que perdeu o benefício do INSS há dois anos, depois de desenvolver um problema de coluna.
Como ajudar
A família pede ajuda para conseguir reformar o imóvel e garantir um lugar seguro e digno para Seli e o filho. Qualquer valor faz diferença.