O sol de sábado (12) mal havia esquentado o asfalto em Joinville e o expediente nem tinha começado, mas a rotina de um empresário local já foi sumariamente destruída por uma cena repugnante. Às 9h30 da manhã, ao chegar para erguer as portas e trabalhar honestamente, a recepção foi um soco no estômago. No vídeo, que já ultrapassa 56 mil visualizações nas redes sociais, o empresário mostra o total descaso, no bairro Itaum, na Zona Sul da cidade.
“O cara chega para trabalhar e vê isso aqui, ó. Cagaram na frente da minha loja, irmão”, desabafou o comerciante ao se deparar com a cena na entrada do seu estabelecimento. O fedor insuportável tomou conta do ar e transformou o início da jornada em um pesadelo de sujeira e revolta.
Não bastasse a batalha diária para manter um negócio aberto, o comerciante foi obrigado a encarar a sujeira alheia.
“O cara vem para abrir a loja e tu vê que alguém cagou na frente da tua loja, velho. Sabadão, 9h30 da manhã, tem que limpar merda de vagabundo sem vergonha que vem aqui na frente da loja dos outros para soltar um barro”, relatou, incrédulo diante da falta de respeito de quem enxerga a fachada alheia como sanitário público.
Uma rotina nojenta de descaso recorrente
O episódio das fezes, infelizmente, não foi um fato isolado, mas sim o estopim de uma sequência nojenta que se acumula há tempos.
“Cara do céu. Nos últimos seis meses, sem exagero, eu já limpei mais ou menos umas cinco vezes vômito. Chegar para abrir a loja e ter vômito na frente da minha loja, irmão”, revelou o proprietário.
A repetição sistemática dessa degradação escancara a falta de civilidade e o abandono que afetam a porta dos estabelecimentos da região.
O sentimento que fica é de pura exaustão, nojo e impotência.
“E hoje eu venho abrir aqui a loja e tem isso aqui, ó. Cagaram. Um cheiro insuportável de cocô na frente da minha loja. Ai! Fueda, fueda”, concluiu o empresário, expressando o sentimento de revolta que atinge quem acorda cedo no fim de semana para trabalhar e é obrigado a enfrentar a imundície deixada na calçada.















