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Simone Tebet diz que medidas para o Brasil dar um salto têm que vir “nesses próximos 45 anos”

Em entrevista à CNN Brasil, a ex-ministra do Planejamento listou a PEC da Segurança Pública, a reforma tributária e a escala 6×1 entre as medidas

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Simone Tebet diz que medidas para o Brasil dar um salto têm que vir "nesses próximos 45 anos"
Foto: Reprodução
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A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet disse nesta quarta-feira (28) que as medidas do governo Lula para o próximo período “têm que vir nesses próximos 45 anos, mas de forma objetiva”. A frase foi dita ao vivo, no programa Bastidores CNN, da CNN Brasil.

Tebet respondia a uma pergunta sobre como o governo vai bancar os investimentos e as ações anunciadas recentemente pelo presidente Lula, reeleito, e sinalizar responsabilidade com as contas públicas.

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Cerca de um minuto e meio antes, ao tratar do mesmo assunto, a ex-ministra tinha falado em “janela de oportunidade desses próximos 45 dias, a contar da semana que vem”. Segundo ela, o Congresso atual é mais governista do que o que vem aí, e o novo governo começa em 5 de janeiro.

Nessa janela, Tebet defendeu trocar “gasto ruim por gasto bom” e tirar políticas públicas que não são mais eficientes para abrir espaço às que foram prometidas na campanha. “Ninguém vai cometer estelionato eleitoral”, afirmou.

Simone Tebet durante entrevista nesta quarta-feira (28)

Entre as medidas, ela citou a aprovação da PEC da Segurança Pública, que, nas palavras dela, une “de alguma forma a esquerda e a direita”. Também listou a regulamentação da reforma tributária, que, segundo Tebet, vai “fazer com que o Brasil dê um salto de desenvolvimento e crescimento do próprio PIB”.

A terceira medida citada foi a regulamentação do fim da escala 6×1, com proteção ao pequeno e médio empresário que tenha poucos funcionários e possa ter prejuízo com a mudança. Para a ex-ministra, é possível atender esse grupo sem descumprir a responsabilidade fiscal.

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Logo depois veio a frase dos 45 anos. Na sequência, Tebet sugeriu “um ajuste fino no arcabouço fiscal”, aliado a contenções de gastos, tanto para acomodar gastos novos quanto para buscar o superávit primário em 2027. Ela ressaltou que não está conversando com a equipe econômica.

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/simone-tebet-medidas-45-anos

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