Médico agride esposa, mata porteiro de prédio com tiro na cabeça e comete suicídio
Na noite de sexta-feira (16), um caso assustador abalou o bairro de classe alta em Recife, Pernambuco, quando Carlos Frederico Cabral da Silveira, médico ginecologista e major da reserva da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), envolveu-se em uma série de atos violentos que culminaram em sua morte e na de um porteiro, além de deixar sua esposa gravemente ferida.
Por Equipe Jornal Razão·17 fev 2024·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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Na noite de sexta-feira (16), um caso assustador abalou o bairro de classe alta em Recife, Pernambuco, quando Carlos Frederico Cabral da Silveira, médico ginecologista e major da reserva da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), envolveu-se em uma série de atos violentos que culminaram em sua morte e na de um porteiro, além de deixar sua esposa gravemente ferida.
O episódio começou com uma agressão dentro do próprio lar, onde Silveira atacou sua esposa, causando-lhe fraturas faciais e múltiplos hematomas. A situação escalou rapidamente quando, em um momento subsequente, Silveira confrontou o porteiro do prédio, José Washington de Santana, em circunstâncias ainda sob investigação. Segurança do edifício capturou o momento em que, após uma breve interação, Silveira sacou uma arma e disparou contra Santana, que faleceu no local.
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Após o ato contra o porteiro, Silveira retornou ao seu apartamento, onde, segundo relatos, tirou a própria vida. A Polícia Militar, incluindo membros do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), foi acionada para a cena, encontrando Silveira já sem vida após tentativas de negociação.
A Polícia Civil de Pernambuco assumiu a investigação do caso, que chocou a comunidade pela violência e pelas perdas. Os corpos foram removidos para o Instituto Médico Legal, e um inquérito foi aberto para esclarecer os eventos que levaram à tragédia.
Em resposta ao ocorrido, o Sindicato dos Trabalhadores em Condomínios de Pernambuco anunciou um protesto em memória de José Washington de Santana, marcado para a manhã de segunda-feira (19), em frente ao prédio onde os fatos ocorreram. A comunidade e os colegas de trabalho de Santana buscam honrar sua memória e pedir por justiça.