Mulher desaparecida há duas semanas é encontrada morta dentro de casa em SC
Curitibanos, feminicídio, mulher morta, Santa Catarina, investigação policial, corpo em decomposição, DPCAMI, violência doméstica
Por Equipe Jornal Razão·22 jul 2025·3 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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O corpo de Juliana Lima, de 38 anos, foi sepultado na manhã desta terça-feira (22), no Cemitério Municipal São Francisco de Assis, em Curitibanos, no Meio-Oeste de Santa Catarina. A cerimônia foi breve, sem velório, por causa do avançado estado de decomposição do corpo.
Juliana foi encontrada morta no início da tarde de segunda-feira (21), na casa onde morava, no bairro São Luiz. Segundo a Polícia Civil, o cadáver estava sobre a cama, coberto por travesseiros e cobertores, em condições que impedem, por enquanto, a definição exata da data e causa da morte.
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De acordo com o delegado Fabiano Rizzatti Toniazzo, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), familiares não tinham mais contato com Juliana desde 8 de julho. Essa mesma data coincide com o momento em que vizinhos relataram ter visto roupas estendidas no varal, que não foram retiradas desde então.
A principal linha de investigação, conforme o delegado, é a possibilidade de feminicídio. A confirmação depende do resultado da necropsia, que será feita pela Polícia Científica de Santa Catarina.
Durante a investigação inicial, a polícia identificou o companheiro de Juliana como principal suspeito. O homem, de 29 anos, já possui histórico criminal por furto, posse de entorpecentes, lesão corporal, ameaça e desacato.
O caso segue sob apuração da Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e confirmar ou descartar a hipótese de crime. Testemunhas estão sendo ouvidas, e diligências seguem em andamento.