Mulheres abandonam animais para morrer e revoltam a população em Barra Velha
Duas cenas de abandono animal em Barra Velha chamaram atenção da população na última sexta-feira (11), em pleno Abril Laranja — mês de conscientização contra os maus-tratos. Os casos envolveram o descarte de dez filhotes de gato em uma caixa de papelão e o abandono de um cão da raça poodle em via pública. No … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·14 abr 2025·3 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Duas cenas de abandono animal em Barra Velha chamaram atenção da população na última sexta-feira (11), em pleno Abril Laranja — mês de conscientização contra os maus-tratos. Os casos envolveram o descarte de dez filhotes de gato em uma caixa de papelão e o abandono de um cão da raça poodle em via pública.
No primeiro caso, uma mulher foi flagrada por câmeras de segurança ao deixar os filhotes de gato — com cerca de 15 dias de vida — em uma rua da cidade. Os miados alertaram moradores da região, que acolheram os animais e acionaram a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema).
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Na manhã seguinte, a equipe da fundação esteve no local e constatou que seis gatinhos já haviam sido adotados por vizinhos. Os quatro restantes foram resgatados e encaminhados a uma feira de adoção no sábado à tarde, onde também conseguiram novos lares.
No mesmo dia, outro episódio comoveu o bairro São Cristóvão. Uma motociclista foi vista abandonando um poodle na rua. O animal ainda tentou seguir a moto, mas foi deixado para trás. Até esta segunda-feira (14), o cão ainda não havia sido localizado, mas a Fundema segue empenhada em encontrá-lo e garantir abrigo seguro.
Ambas as mulheres envolvidas já foram identificadas. A Fundema instaurará procedimentos administrativos para aplicação de multas e, segundo o presidente da fundação, Kaiann Barentin, os relatórios serão entregues à Polícia Civil, que já prepara a instauração de inquéritos criminais.
Em reunião com a delegada Milena de Fátima Rosa, ficou definido que haverá ação conjunta entre Fundema e Polícia Civil para responsabilizar legalmente as autoras pelos maus-tratos, conforme prevê a legislação vigente.