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Pescador de 42 anos desaparece no costão da Praia Brava, em Florianópolis; veículo é encontrado estacionado

Bombeiros mobilizam equipes terrestres e drone com câmera térmica para buscas entre a Ponta do Bota e a Ponta do Rapa; mar agitado e terreno íngreme dificultam os trabalhos. Fotos: CBMSC

Pescador de 42 anos desaparece no costão da Praia Brava, em Florianópolis; veículo é encontrado estacionado
Foto: Reprodução
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Uma operação de resgate mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) na noite de segunda-feira (24), após o desaparecimento de um homem de 42 anos no costão da Praia Brava, em Florianópolis, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O alerta foi emitido por volta das 21h, informando que a vítima havia saído para pescar sozinha e não retornara. No local, os socorristas localizaram apenas o veículo do pescador, estacionado próximo ao canto esquerdo da praia.

Imediatamente após o acionamento, as equipes do Grupo de Busca e Salvamento (GBS), com o apoio do comandante de área, iniciaram as incursões a pé pelas trilhas e trechos acessíveis do costão. Para ampliar a área de cobertura no período noturno, foi empregado o drone Hórus-72, equipado com tecnologia de câmera térmica. As buscas concentraram-se na extensão litorânea compreendida entre a Ponta do Bota e a Ponta do Rapa.

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Mar agitado e visibilidade reduzida

Os trabalhos exigiram cautela máxima dos resgatistas. A operação enfrentou condições severas, marcadas por ondas de grande porte colidindo contra as rochas, além de um terreno íngreme com alto risco de queda. A baixa visibilidade da noite limitou o avanço terrestre em diversos pontos críticos. Apesar da varredura com sensores térmicos e das incursões nos trechos seguros, nenhum indício da vítima foi encontrado.

Diante do esgotamento das possibilidades de varredura com segurança na escuridão, as atividades foram interrompidas às 3h40. A operação foi reiniciada no período diurno, mantendo a mobilização das equipes do GBS e do comando de área, que continuam a empregar recursos aéreos e terrestres adaptados às condições do local. Até o momento, o pescador segue desaparecido.

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