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Prefeitura de SC “estuda” separar família após mulher esfaquear marido em abrigo

Caso ocorreu no distrito de São Cristóvão, em Três Barras; três crianças foram levadas ao Conselho Tutelar e permanência da agressora no local é avaliada após homem ser levado ao hospital. Foto: Ilustração

Prefeitura de SC “estuda” separar família após mulher esfaquear marido em abrigo
Foto: Reprodução
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Uma manhã marcada por pânico e mobilização policial e de emergência assustou os moradores e acolhidos no distrito de São Cristóvão, em Três Barras. Uma mulher é suspeita de ter agredido o próprio marido com um golpe de faca na manhã desta quinta-feira (17), no abrigo montado no Centro de Convivência para atender as famílias desabrigadas pelas fortes enchentes que atingem a região.

De acordo com informações apuradas pelo JMais, parceiro do Jornal Razão, a partir da ocorrência registrada pelo Corpo de Bombeiros, o homem foi atingido por uma facada no braço durante o ataque. Os bombeiros foram acionados rapidamente e prestaram os primeiros socorros no local. A vítima foi encaminhada ao hospital para avaliação médica e, apesar do susto, não corre risco de morte.

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Reunião de emergência e o impasse sobre a permanência da família

Logo após o episódio de violência, uma reunião de emergência foi convocada pelas autoridades locais para discutir as providências administrativas e legais a serem tomadas em relação ao casal e à segurança dos demais ocupantes do local.

A situação ganha contornos ainda mais delicados porque envolve três crianças pequenas que estão sob os cuidados e a responsabilidade da agressora. A simples transferência da mulher para outro abrigo não resolveria o problema central, conforme avaliaram as equipes municipais durante os debates sobre as medidas cabíveis.

Conselho Tutelar e regras de abrigo podem punir agressora

Diante do cenário de risco, a principal proposta em discussão pelo Município é a separação da família para garantir a integridade dos menores e dos envolvidos. Entre as ações imediatas está o acionamento do Conselho Tutelar, que vai analisar rigorosamente a situação das três crianças e determinar as medidas de proteção necessárias.

Além da esfera de proteção infantil, a administração municipal avalia a conduta da mulher à luz do decreto oficial que regulamenta as normas de convivência e disciplina nos abrigos públicos. O caso também segue sob procedimentos legais e policiais referentes à agressão física cometida no espaço comunitário.

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