Uma empresária de Tijucas procurou a Polícia Militar na quinta-feira (10) para relatar uma situação que, segundo ela, se repete com frequência: episódios constantes de gases que acontecem inclusive durante o atendimento a clientes no próprio estabelecimento.
No relato, a mulher afirma que o problema não é natural e sustenta que crianças estariam envolvidas. Segundo ela, os menores usariam algum tipo de objeto para provocar os episódios.
“Até tem criança que me chama de peidona. Aí eu digo: ‘Não, você deve tá com algum objeto que está fazendo a tia peidar, porque a tia não é peidona'”, afirmou.
Questionada sobre qual seria esse objeto e de que forma ele agiria, a empresária não soube explicar. Ela diz apenas que recebeu informações de terceiros sobre o assunto e que busca entender a origem do problema.
Ainda conforme o relato, os episódios acontecem também diante dos clientes, o que a obriga a se desculpar dentro do próprio comércio. “Milhões de vezes eu pedi desculpa aos meus clientes. Aí eles dizem: ‘Meu Deus, que mulher peidona’. Mas nada a ver, nada de mim”, disse.
A mulher afirma que o constrangimento com a clientela é a parte mais difícil da situação e reclama do julgamento de quem frequenta o local. “Eu tenho que olhar e pedir desculpa, mas o cliente que não tem o conhecimento, ele vai dizendo assim: ‘Essa mulher é uma porca, essa mulher não respeita’.”
Segundo ela, a situação também se estende à residência e afeta o sono. “Entrei à noite pra dormir na minha casa, eu não consigo mais ter descanso.”
Durante o relato, a empresária menciona ainda a presença de um suposto “grilo” dentro de casa, que ela chama de “invasor” e associa diretamente aos episódios. “É o grilo. Ah, não, daqui a pouquinho eu soltando pum, porque tá o invasor de grilo dentro da minha casa.”
Ao ser questionada sobre como esse “grilo” seria feito, respondeu que também busca essa resposta. “Querido, é que eu quero saber. Falaram pra mim, segundo as informações, que são feito com droga.”
A empresária afirma que está realizando exames para tentar identificar uma causa clínica. “Então, tô aí, tô nos check-ups pra descobrir”, disse.
No fim do relato, ela pede providências das autoridades e sustenta que a frequência dos episódios não é normal. “Agora, quem tem exageradamente, tem que acordar e dormir com o pum, não é normal.”
No local, moradores da região ouvidos não souberam confirmar nem explicar a situação descrita. Até o momento, as afirmações sobre as crianças, o objeto e o suposto “grilo” permanecem apenas como relato da empresária, sem qualquer comprovação.
















