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“Só pra playboy”: jovem é presa em Florianópolis após meses de investigação

Uma investigação silenciosa, que durou cerca de oito meses, terminou com a prisão de uma mulher apontada como traficante de drogas em Florianópolis. A ação foi conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Combate às Drogas do Departamento de Investigação Criminal da Capital. Segundo a Polícia Civil, a investigada, Lara … Ler mais

“Só pra playboy”: jovem é presa em Florianópolis após meses de investigação
Foto: Reprodução
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Uma investigação silenciosa, que durou cerca de oito meses, terminou com a prisão de uma mulher apontada como traficante de drogas em Florianópolis. A ação foi conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Combate às Drogas do Departamento de Investigação Criminal da Capital.

Segundo a Polícia Civil, a investigada, Lara Eduarda Gregório, de 25 anos, atuava principalmente na região Sul da ilha, com foco nos bairros Ribeirão da Ilha, Campeche e áreas frequentadas por pessoas de maior poder aquisitivo. Conforme apurado pelos investigadores, a venda era feita de forma direta, com entrega pessoal aos clientes.

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Durante o período de investigação, a polícia realizou diversas apreensões ligadas ao mesmo esquema, principalmente de haxixe e skunk. De acordo com informações apuradas ao longo do trabalho policial, os entorpecentes eram comercializados a preços elevados, superando valores entre R$ 70 e R$ 100 por grama, conforme o tipo da droga.

A fase final da operação foi deflagrada com o cumprimento de um mandado de prisão temporária, autorizado pelo Poder Judiciário após a apresentação das provas reunidas durante a investigação. Na residência da suspeita, os policiais localizaram aproximadamente dois quilos de haxixe, além de porções de skunk, ecstasy e outras substâncias ilícitas.

No local, também foram apreendidos materiais utilizados para o fracionamento, pesagem e embalagem das drogas, como balança de precisão, facas, plásticos, papel filme e outros itens comumente usados no preparo dos entorpecentes para a venda.

A Polícia Civil informou que o conjunto de provas reunidas ao longo dos meses foi considerado suficiente para embasar a prisão e dar continuidade ao inquérito. As investigações seguem em andamento para identificar possíveis fornecedores, clientes recorrentes e eventuais ligações com outros envolvidos no tráfico de drogas na Capital.

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A corporação reforça que a participação da população é fundamental no combate ao crime. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 181, pelo WhatsApp da Polícia Civil de Santa Catarina no número (48) 98844-0011, ou diretamente à Delegacia de Combate às Drogas pelo WhatsApp 3664-2948, com garantia de sigilo absoluto.

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