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Advogado do PT entra com ação e justiça derruba decreto: “vacina da COVID obrigatória”

Ação foi protocolada pelo advogado Artur Antunes Pereira, advogado do PT de Brusque e atual chefe de gabinete do Prefeito Pedroca, de São João Batista, colocando o prefeito de Brusque, André Vechi (PL), e o município na posição de réus. Artur também foi responsável pelo processo que deixou Luciano Hang inelegível, além de cassar os mandatos do prefeito Ari Vequi e seu vice.

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Advogado do PT entra com ação e justiça derruba decreto: “vacina da COVID obrigatória”
Foto: Reprodução
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No último domingo (11), uma decisão judicial proferida pelo juiz Frederico Andrade Siegel determinou a imediata suspensão de um decreto municipal em Brusque, que dispensava a obrigatoriedade da apresentação de comprovante de vacinação contra a Covid-19 para matrícula e rematrícula nas escolas da rede municipal.

Ação foi protocolada pelo advogado Artur Antunes Pereira, advogado do PT de Brusque e atual chefe de gabinete do Prefeito Pedroca, de São João Batista, colocando o prefeito de Brusque, André Vechi (PL), e o município na posição de réus. Artur também foi responsável pelo processo que deixou Luciano Hang inelegível, além de cassar os mandatos do prefeito Ari Vequi e seu vice.

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A controvérsia teve início com a publicação do decreto em 31 de janeiro pelo prefeito, o qual especificava que a dispensa se aplicava exclusivamente ao comprovante de vacinação contra a Covid-19, mantendo a exigência da caderneta de vacinação atualizada com os demais imunizantes para o processo de matrícula escolar.

A decisão do juiz Siegel baseou-se na inconstitucionalidade do decreto municipal, argumentando que este violava diretamente as normas federais e estaduais, em especial a inclusão da vacina contra a Covid-19 no Programa Nacional de Imunizações (PNI) pelo Ministério da Saúde.

A polêmica ganhou ainda mais relevância com a intervenção do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), que já investigava o decreto e recomendou sua revogação. A posição do prefeito Vechi, que afirmou a intenção de manter o decreto, contrasta com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade da obrigatoriedade de vacinações incluídas no PNI ou determinadas por esferas governamentais, com base em consenso médico-científico.

Essa decisão reitera o entendimento legal sobre a importância da vacinação na promoção da saúde pública e o embate entre as autoridades locais e as diretrizes federais e judiciais acerca da gestão da pandemia de Covid-19. 

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/advogado-do-pt-entra-com-acao-e-justica-derruba-decreto-vacina-da-covid-obrigatoria

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