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“Por pouco meu filho não morreu”: bebê acaba na UTI após engolir objeto inacreditável em creche

Um bebê de apenas 11 meses engoliu uma piranha de cabelo dentro de uma creche em Tubarão, no Sul de Santa Catarina. O caso gerou revolta na família, que acusa a instituição de negligência. Quase uma tragédia Tudo começou quando o pequeno Benício apresentou febre muito alta e persistente. A mãe, desconfiada de que algo … Ler mais

“Por pouco meu filho não morreu”: bebê acaba na UTI após engolir objeto inacreditável em creche
Foto: Reprodução
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Um bebê de apenas 11 meses engoliu uma piranha de cabelo dentro de uma creche em Tubarão, no Sul de Santa Catarina. O caso gerou revolta na família, que acusa a instituição de negligência.

Quase uma tragédia

Tudo começou quando o pequeno Benício apresentou febre muito alta e persistente. A mãe, desconfiada de que algo estava errado, levou o bebê quatro vezes ao médico. Mesmo assim, os profissionais tratavam o quadro como uma virose.

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“Minha mãe sempre sabe quando o bebê não tá legal. Se eu não tivesse levado quatro vezes, ele ainda estaria assim. Eu sabia que tinha alguma coisa errada”, desabafou a mãe.

Descoberta no raio-x

Durante uma das consultas, um médico percebeu que poderia ter algo estranho e solicitou um novo raio-x. Foi quando a surpresa apareceu na imagem: um objeto metálico estava preso no corpo do bebê.

“A gente tirou toda a roupinha, achando que poderia ser algo na roupa. Mas não era. Aí o raio-x mostrou. Era algo dentro dele”.

Cirurgia de emergência

O bebê foi imediatamente internado. A equipe médica preparou uma endoscopia, mas havia risco até de cirurgia mais invasiva, dependendo da gravidade.

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Quando os médicos fizeram o procedimento, encontraram a causa de tanto sofrimento: uma piranha de cabelo presa no esôfago.

“Eu não sei como meu filho não morreu. Ele tava engasgado, aquilo já tinha descido. Por pouco não foi uma tragédia”.

Infecção e risco grave

Por conta dos engasgos e vômitos constantes, Benício aspirou secreções, o que acabou provocando uma infecção pulmonar. Isso explicava a febre que não passava.

O bebê foi encaminhado para a UTI neonatal, fez tomografia e começou a receber antibióticos.

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“Se eu não insisto, iam continuar tratando como uma virose. E meu filho poderia não estar aqui hoje”.

Revolta com a creche

A mãe aponta que houve negligência da creche. Ela acredita que o objeto não deveria estar no berçário, onde estão bebês que colocam tudo na boca.

“De jeito nenhum uma piranha de cabelo poderia estar em um berçário. Isso é responsabilidade da escola. E se depender de mim, eles vão responder por isso”.

Ela também faz um alerta aos pais: “Mamães, não mandem suas filhas de piranha, porque elas podem engolir, ou um coleguinha pode pegar e colocar na boca. Serve até de lição pra dentro de casa. É questão de segundos pra acontecer.”

Alta e alívio

Após dias internado, o pequeno Benício recebeu alta e agora se recupera em casa, cercado pela família.

“Meu príncipe tá aqui, do lado da mãe. Dormindo agarradinho. Deus cuidou dele”.

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