Idosa precisa de cirurgia após engolir mais de 50 pilhas
Mulher de 66 anos teria ingerido as pilhas de propósito, como ato de automutilação
Por Equipe Jornal Razão·25 set 2022·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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Uma mulher de 66 anos teve 55 pilhas removidas do estômago e intestino na Irlanda. Ela foi tratada no Hospital Universitário de St. Vincent, em Dublin, após os médicos identificarem os objetos por meio de um raio-X. Os profissionais chegaram a analisar o estado de saúde da mulher, que estava bem e sem nenhuma obstrução no sistema gastrointestinal.
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Eles concluíram que ela poderia liberar as pilhas de maneira natural (pelas fezes) — e, uma semana depois, ela chegou a conseguir liberar cinco delas. As outras permaneceram no corpo da mulher, que passou a sentir dores no estômago. Após passar novamente por exames, os médicos decidiram retirar o restante por meio de uma cirurgia.
Com o peso das pilhas no estômago, o órgão ficou distendido. A cirurgia foi efetiva, mas ainda sobraram quatro pilhas. A mulher então precisou passar por um processo de “ordenhação” para retirar o restante. Na última radiografia, ela já não apresentava mais nenhum objeto no corpo. De acordo com o relatório médico, este foi o “maior número relatado de baterias ingeridas de uma vez só”.