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Bebedeira em conveniência termina em “alongamento” e prisão em Itajaí

Na madrugada deste sábado (22), a Polícia Militar prendeu em flagrante o proprietário de uma conveniência localizada na Avenida Agílio Cunha, no bairro Cidade Nova, por vender bebidas alcoólicas a adolescentes. A ocorrência foi registrada por volta da 1h35. De acordo com a Polícia Militar, denúncias apontaram que o local estava superlotado e com a … Ler mais

Bebedeira em conveniência termina em “alongamento” e prisão em Itajaí
Foto: Reprodução
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Na madrugada deste sábado (22), a Polícia Militar prendeu em flagrante o proprietário de uma conveniência localizada na Avenida Agílio Cunha, no bairro Cidade Nova, por vender bebidas alcoólicas a adolescentes. A ocorrência foi registrada por volta da 1h35.

De acordo com a Polícia Militar, denúncias apontaram que o local estava superlotado e com a presença de diversos menores consumindo álcool. Quando as guarnições chegaram para averiguar a situação, encontraram adolescentes com visíveis sinais de embriaguez, confirmando que haviam ingerido bebida alcoólica dentro do estabelecimento. Segundo relatos dos próprios jovens, não havia controle de entrada por idade, e as mulheres sequer pagavam para acessar o local, recebendo apenas uma pulseira identificadora.

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O dono da conveniência afirmou que a responsabilidade pelo controle de entrada era dos seguranças e alegou desconhecer a presença de adolescentes. No entanto, as circunstâncias encontradas pelos policiais contradizem sua versão.

Durante a operação, foram localizados frascos de uma substância análoga a lança-perfume, comprimidos de ecstasy e uma pequena porção de cocaína no chão do estabelecimento.

Diante das evidências, o proprietário foi detido e encaminhado à Delegacia, onde responderá pelo crime previsto no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê pena de 2 a 4 anos de detenção e multa para quem vender, fornecer ou entregar bebida alcoólica a menores de idade.

O Conselho Tutelar foi acionado para garantir a segurança dos adolescentes, e alguns pais e responsáveis foram chamados para acompanhar os procedimentos na delegacia.

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Vale lembrar que, no dia 12 de janeiro, o mesmo local foi palco de uma briga generalizada que repercutiu amplamente, levantando questionamentos sobre a segurança e a administração do estabelecimento.

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