Grupo que usava palito de picolé em furtos a caixas eletrônicos de SC é condenado
Cinco pessoas foram condenadas por participação em uma série de furtos a caixas eletrônicos em Santa Catarina. A decisão foi tomada na última quinta-feira (12), na cidade de Brusque, com penas que variam entre nove e 36 anos de prisão em regime inicial fechado. O grupo também foi condenado ao pagamento de multas proporcionais aos … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·14 dez 2024·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Cinco pessoas foram condenadas por participação em uma série de furtos a caixas eletrônicos em Santa Catarina. A decisão foi tomada na última quinta-feira (12), na cidade de Brusque, com penas que variam entre nove e 36 anos de prisão em regime inicial fechado. O grupo também foi condenado ao pagamento de multas proporcionais aos prejuízos causados, estimados em R$ 60 mil.
De acordo com o Ministério Público, os crimes ocorreram em abril deste ano, quando os condenados viajaram de São Paulo para Santa Catarina com o objetivo de praticar os furtos. Eles alugaram imóveis por meio de plataformas digitais para se estabelecerem temporariamente nas cidades onde os crimes seriam cometidos.
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A investigação revelou que o grupo utilizava instrumentos improvisados, como palitos de picolé e suportes de vidro, para retirar envelopes de depósitos dos caixas eletrônicos. Enquanto alguns integrantes realizavam a ação dentro das agências bancárias, outros monitoravam o entorno, garantindo comunicação constante por meio de fones de ouvido. O dinheiro obtido era dividido entre os membros ou depositado em contas de terceiros, dificultando o rastreamento.
Os furtos ocorreram em diversas cidades do estado, incluindo Blumenau, Itajaí, Indaial, Rio do Sul, Gaspar, Ilhota e Guaramirim. As ações foram planejadas de forma meticulosa, com o grupo se deslocando entre os municípios para executar os crimes.
As condenações foram fundamentadas nos crimes de furto qualificado e associação criminosa. A decisão, emitida em primeira instância, ainda é passível de recurso. O caso chamou atenção pelo nível de organização do grupo, que agia de forma itinerante e com métodos sofisticados para evitar detecção.