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Homem é preso em flagrante por abusar de cadela em banheiro de residência

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia de Balneário Arroio do Silva, prendeu em flagrante, na última segunda-feira (22), um homem acusado de praticar maus-tratos e abuso sexual contra uma cadela. A ação foi realizada após a denúncia de que o investigado estaria cometendo atos criminosos contra animais. Entenda o … Ler mais

Homem é preso em flagrante por abusar de cadela em banheiro de residência
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia de Balneário Arroio do Silva, prendeu em flagrante, na última segunda-feira (22), um homem acusado de praticar maus-tratos e abuso sexual contra uma cadela. A ação foi realizada após a denúncia de que o investigado estaria cometendo atos criminosos contra animais.

Entenda o caso

Na semana anterior, a delegacia recebeu uma denúncia apontando que o homem estaria mantendo relações sexuais com animais. Na data da prisão, policiais civis, acompanhados de técnicos do Departamento Municipal do Meio Ambiente, foram até a residência do suspeito para averiguar a situação.

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No local, o homem foi flagrado saindo do banheiro envolto em uma toalha de banho, acompanhado de uma cadela sem raça definida. Detalhes do ambiente reforçaram os indícios de abuso, como marcas das patas do animal na parte superior do vaso sanitário.

Sinais de maus-tratos

Além do flagrante, a cadela apresentava sinais evidentes de maus-tratos, como inchaço na região genital, infestação de pulgas e carrapatos, feridas pelo corpo e desnutrição. O animal foi resgatado e levado para atendimento veterinário, onde os maus-tratos foram confirmados. A médica veterinária responsável relatou que a cadela estava com fome extrema e necessitaria de exames complementares para avaliar a extensão dos danos.

Prisão e encaminhamento

Com as evidências, o homem recebeu voz de prisão e foi autuado em flagrante por crime de maus-tratos contra animais, previsto no artigo 32 da Lei 9.605/98. Ele pode ser condenado a uma pena de reclusão de 2 a 5 anos, além de multa e proibição de guarda de animais. O suspeito foi encaminhado ao Presídio Regional de Araranguá, onde aguardará os desdobramentos judiciais.

A Polícia Civil destacou o compromisso com investigações que geram resultados efetivos, reforçando a importância das denúncias para combater crimes contra animais.

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