Imagens fortes: Genitora faz criança chorar desesperadamente em vingança contra ex-marido
Alerta: As imagens deste caso podem causar gatilhos emocionais. A reportagem trata de violência contra criança e deve ser lida com sensibilidade O menino aparece nas imagens chorando desesperadamente, em um claro estado de pânico. A criança, conforme apurado, foi retirada da casa pela família paterna e está agora sob os cuidados do pai. Em … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·12 abr 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
Publicidade
Alerta: As imagens deste caso podem causar gatilhos emocionais. A reportagem trata de violência contra criança e deve ser lida com sensibilidade
O menino aparece nas imagens chorando desesperadamente, em um claro estado de pânico. A criança, conforme apurado, foi retirada da casa pela família paterna e está agora sob os cuidados do pai. Em dado momento, a mulher dispara: “se mata, demônio”.
Publicidade
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o acionamento do Conselho Tutelar. A reportagem tentou contato com o plantão da instituição, mas não obteve retorno. A mulher não foi mais vista no bairro desde o ocorrido. Um morador comentou nas redes sociais: “Ela sumiu do bairro pa sabia que iam dar um corretivo nela,mais já já ela aparece”.
Não se pode chamar de “mãe” quem machuca uma criança indefesa
É importante frisar: ser mãe vai muito além da função biológica. O título de “mãe” carrega consigo responsabilidade, afeto e proteção. Quem levanta a mão contra o próprio filho por pura vingança não merece esse nome. É, no máximo, genitora — a pessoa que gerou, mas não soube amar, nem proteger.
Deputado Jessé Lopes reage: “O grave mesmo é não vacinar o filho com vacina da COVID”
Publicidade
O deputado estadual Jessé Lopes comentou o caso nas redes sociais, com ironia. Em seu perfil, afirmou: “Isso não é importante para o MP e para o Conselho Tutelar. O grave mesmo é não vacinar o filho com vacina da COVID.” A fala crítica, com tom de indignação, expõe a insatisfação de parte da população sobre o que consideram ser prioridades invertidas por parte de instituições responsáveis pela proteção infantil.
A expectativa agora é que a Polícia Civil avance nas investigações e que a justiça seja feita. Enquanto isso, a pergunta que fica é: até quando crianças inocentes precisarão pagar com lágrimas e traumas pelas guerras emocionais dos adultos?